Revolt of War - Livro

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Revolt of War - Livro

Mensagem por Matheus Athayde em Qui Jan 02, 2014 12:35 pm

Fiz uma nova estoria, organizei, e irei fazer uma trilogia desse livro, aqui está o capitulo 1 :

Spoiler:


Capítulo 1


 
   Surge a nuvem de esperança 


Já faz sete dias desde que a minha mãe morreu, bem ali no meio da praça imperial, estou andando trazendo alguns grãos pra minha vó, grãos que consegui fazendo mais um de meus trabalhos para sobreviver, fico triste quando lembro da minha mãe sendo decapitada no meio da praça imperial, com seu circulo no meio dourado estampado do chão e no meio um altar onde minha mãe foi decapitada, grandes prédios envolta da praça, com os mandantes negros, como chamamos os governantes, nos observando, saio dali e vou correndo para casa, chegando em casa vejo ali minha avó sentada na sua poltrona, seu olhar cinzento, eu passo para o meu quarto e ela nem percebe, já que ela é considerada morta para todos apesar de ainda respirar e seu coração bater fragilmente, já faz três anos que estamos nessa situação, o mundo todo, depois que foi formada a OCTM, a Organização de Controle do Trabalho Mundial, ela quem manda em tudo agora, ela constituiu o que eles chamam de a Constituição para a Paz Trabalhista, isso foi como as leis do diabo sobre o povo, agora temos que trabalhar, trabalhar, trabalhar e dar cada vez mais dinheiro pra os mandantes negros. A constituição diz: ' Para fazer o mundo melhor, para ter paz e segurança para todos fazemos tais leis e quem descumprir tais leis ou se rebelar sera decapitado na praça imperial de cada cidade aos olhos do povo. Não achamos necessidade de se contar os anos, muito menos os meses e dias , por isso a partir de hoje dia 27 de dezembro de 2099, não contaremos mais os anos os meses e os dias, apenas as horas para que sejamos orientados. Cada pessoa nascida terá que pagar uma taxa de imposto para cada quilo e centímetro antes de se poder trabalhar, quando a pessoa tiver a partir de 50 quilos e com a metragem de 1,50cm já deve trabalhar, a cada quilo ganhado a pessoa deve pagar 100d  e a cada 5 centímetros deve pagar o mesmo valor de 100d, após  começar a trabalhar a pessoa deve dar 64% de sua renda para o governo e se sua renda passar de 1000d deverá dar 69% e assim por diante aumentando 5% a cada 1000d.Em troca a pessoa ganhará uma premiação por salário alto. Após a pessoa ficar com cabelos brancos e ser considerada velha, e incapaz de trabalhar, é considerada inexistente para o governo, terá que ter uma pessoa para  sustentar e comprar suas coisas, se não poderá morrer em paz depois de contribuir para a nação. Obrigado por compreender e qualquer um que passar a contar os anos ou querer não trabalhar após o período estimado acima será decapitado em meio a praça imperial'.
 
 E, e essa eram as leis, além de muitas outras que vieram depois, falta apenas 3 quilos e 6 centímetros para eu começar a trabalhar, eu não quero, não quero entrar nesse sistema de trabalhar dar dinheiro para o governo, ver que está pouco, trabalhar mais , dar mais dinheiro para o governo e assim vai até a morte, não contamos mais os anos, por causa disso, um sentimento foi extinto, a esperança, pois a cada ano novo acreditávamos que seria melhor e tínhamos esperança de algo novo e melhor, agora tudo isso acabou, viramos robôs para trabalhar e dar dinheiro para os mandantes negros, não somos infelizes por causa da falta de dinheiro, mais sim por que não fazemos nada além de trabalhar, eu  tenho que fazer trabalhos escondidos para pagar os meus impostos, e alimentar eu e a minha vó, tento não engordar nem crescer para que os impostos não aumentem!
Meu Pai já tentou sair desse sistema mas foi morto no mesmo instante enquanto gritava  para o povo abrir os olhos e acordarem, depois de um tempo minha mãe também tentou e foi morta, eu tenho medo de me revoltar, mas lembro do que meu pai dizia: ' um pensamento dá inicia a vontade e a esperança flui do seu corpo, mas não mantem o fogo acesso, agora uma ação sem medo principalmente com companheiros, pode ...não... vai mudar o mundo ! '  Ele morreu por que lutou sozinho !
E se...Levanto da minha cama aonde estava deitado pensando e pego um arco e flecha que tinha feito escondido, debaixo da minha cama, marquei em encontrar meus amigos quero falar pra eles o que eu tinha pensado, saio correndo escondido para ninguém me ver com meu arco, vou por trás da casa e mergulho no riacho bem perto da minha casa, minhas preocupações de pagar impostos de vida, de terra, de água, de oxigênio e de quase tudo, a única coisa que podemos fazer é coco e xixi sem pagar impostos, mesmo assim temos que pagar a água, riu sozinho em quanto nado no rio, seguro em um galho e subo a superfície, a terceira árvore a esquerda, mais dez passos em direção a grande montanha e atrás de uma rocha, lá estão eles meus amigos, Josh um garoto bem agitado, nervoso e de boca bem suja, Annie uma jovem muito linda de cabelos pretos e longos de olhos azuis e determinada ela é quem eu gosto, não como amiga, mas não revelo isso por vergonha, e Mathew um garoto ruivo que pensa muito, lá estão eles!
-Oi pessoal ! Eu falo e eles como se tiveram tomado um susto respondem
-Oi David !

-Mathew pergunta
- E ai conseguiu alguma coisa com senhor do mercado de grãos?
-Consegui sim, ele só pediu para eu pegar umas 3 galinhas por 1 quilo de grãos. Respondo, e depois continuo falando
- Estava pensando em algumas coisas
-Você pensa muito, principalmente em coisas que não vão acontecer nunca. Diz Josh
-Falta pouco pra min entrar, eu não quero, ninguém de nos queremos! Digo eu nervoso, apos sentar no chão junto com eles.

- E pra min também falta muito pouco menos de 2cm. Diz Josh também nervoso
- E o peso ? Pergunta Annie
-Já completei,  depois de se acalmar ele continua
-Mas é só o que nos resta mesmo
Eu digo nervoso
-Não, não, não é o que nos resta, trabalhar para alimentar eles, se matar para pagar impostos, ver pessoas que amamos serem decepadas por mero luxo deles, eu não quero isso, não quero virar mais um robozinho para eles!    
- Como se tivesse como sair dessa ******. Diz Josh 
- Na verdade ... Mathew fica calado com a cabeça baixa por um estante e continua 
- tem sim como a sair!
Eu pergunto desesperado
 - Como ?
Mathew diz 
- De um jeito que quebra-se esse sistema ...

-Como assim ? Pergunto para ele
- Se você olhar quem mantém o mundinho de luxo e riqueza deles somos nos, se nós recusássemos a trabalhar...
-Nos matariam. Diz Josh interrompendo Mathew
-E se nós quanto mandarem seus soldados para nos pegar, nós matássemos os soldados, nós podemos juntar pessoas e destruir os mandantes negros e seus soldados.
Mathew começa a falar empolgado e levanta !
-E se formássemos uma rebelião contra o governo, seria povo x governo, quem está em maior numero ?
Olha ele pra gente com um olhar de ... não posso acreditar , esse, esse olhar e o mesmo olhar do meu pai, sim, um olhar de ... esperança !
Levanto determinado olho para eles com o mesmo olhar de esperança, ainda mais forte do que o do Mathew e começo a falar

-Josh lembre-se da sua mãe
Josh levanta com raiva e me empurra e fala com raiva
- o que tem minha mãe? Por que você falou dela?
-Calma!
Diz Annie tentando acalmar Josh
- Ela morreu por causa desse sistema! E você ainda quer entrar nele?
Josh me da um soco na bochecha e fala
- Não idiota! Nunca quis que isso acontecesse! Mas não quero que pessoas morram em troca de um futuro incerto! Como seu pai e sua mãe morreram!
-Eles morreram por que estavam só, Uma nuvem não faz tempestade! Digo Isso Olhando para o chão!
-Não quero morrer para dar dinheiro para eles, se eu morrer, vou morrer tentando acabar com eles! Mas... Preciso de companheiros de batalha!
Eu digo e depois continuo mais brando!  
 - Eai vocês querem ?
 Annie pergunta
- O que ?
 Eu respondo
 - Vingar o povo, seus pais que perderam, que se suicidaram com tristeza profunda e que foram decapitados! Vocês querem se revoltar ? Fazer Revolução ? 
Todos levantam e falam: 'Sim !' um após outro.
Josh diz: 
- Eles só aprendem se tirarmos sangue deles, vamos meter o cacete neles!

Annie diz :
- Mas fazer exatamente o que ?
- Mudar o mundo ! Digo para ela com o olhar de esperança e com um brando sorriso continuo falando 

 
       - Aqui surge a grande nuvem de esperança que se transformará em uma tempestade !
 
Termino eu falando olhando para o céu.    

Matheus Athayde

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Re: Revolt of War - Livro

Mensagem por Matheus Athayde em Qui Jan 02, 2014 3:04 pm

o que acharam ??

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Re: Revolt of War - Livro

Mensagem por Zantho em Qui Jan 02, 2014 7:23 pm

sinceramente... o começo dessas suas histórias é pesado demais... não vi bem o que eu queria no capitulo desse livro... podemos dizer que tudo isso era de se esperar pelo enredo... se a história passa no futuro porque eles voltam com o pensamento do passado de decapitar pessoas em praças publicas para humilha-las? concerteza nessa era, o pessoal dos direitos humanos[se é que essa história passa um pouco na realidade do futuro(sim eu sei... se é do futuro então não tem como passar na realidade...)] jamais iam deixar isso acontecer...tem também algumas partes confusas aí(pouquíssimas mas tem)[bom foi mal por só ter apontado os pontos negativos na MINHA opinião]

porém, sua história não me pareceu do tipo que começa **** e vai ficando **** depois disso... me pareceu uma história que vai evoluindo a base das ideias dos personagens... ao invés de fazer uma guerra que é bem clichê nesse tipo de enredo você podia optar por fazer algo mais bem elaborado... como uma disputa racional entre o povo e o governo... se bem que nem eu sei como fazer tal coisa e acho que não ia ficar bom... só ia ser um pouco mais "inovador" ou inesperado... mas o que eu mais não gostei nisso é que não tem nenhum personagem que eu consiga me imaginar como ele sabe...? isso deixa a leitura um pouco mais eletrizante na minha opinião...
embora tenha comentado tudo isso... quero ver a continuação... ver se consegue evoluir essa história a ponto de um bom livro... lembre que se é livro... um livro decente sempre tem mais de 100 paginas... acredito que essa história tem futuro mas isso seria lá pelo capítulo 12... isso se for do jeito que eu to imaginando...
[foi mal também pelo tamanho do comentário... acho que me empolguei na hora de dar minha opinião...só pra constar... boa sorte com a obra...]

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Re: Revolt of War - Livro

Mensagem por Matheus Athayde em Qui Jan 02, 2014 7:55 pm

Zantho escreveu:sinceramente... o começo dessas suas histórias é pesado demais... não vi bem o que eu queria no capitulo desse livro... podemos dizer que tudo isso era de se esperar pelo enredo... se a história passa no futuro porque eles voltam com o pensamento do passado de decapitar pessoas em praças publicas para humilha-las? concerteza nessa era, o pessoal dos direitos humanos[se é que essa história passa um pouco na realidade do futuro(sim eu sei... se é do futuro então não tem como passar na realidade...)] jamais iam deixar isso acontecer...tem também algumas partes confusas aí(pouquíssimas mas tem)[bom foi mal por só ter apontado os pontos negativos na MINHA opinião]

porém, sua história não me pareceu do tipo que começa **** e vai ficando **** depois disso... me pareceu uma história que vai evoluindo a base das ideias dos personagens... ao invés de fazer uma guerra que é bem clichê nesse tipo de enredo você podia optar por fazer algo mais bem elaborado... como uma disputa racional entre o povo e o governo... se bem que nem eu sei como fazer tal coisa e acho que não ia ficar bom... só ia ser um pouco mais "inovador" ou inesperado... mas o que eu mais não gostei nisso é que não tem nenhum personagem que eu consiga me imaginar como ele sabe...? isso deixa a leitura um pouco mais eletrizante na minha opinião...
embora tenha comentado tudo isso... quero ver a continuação... ver se consegue evoluir essa história a ponto de um bom livro... lembre que se é livro... um livro decente sempre tem mais de 100 paginas... acredito que essa história tem futuro mas isso seria lá pelo capítulo 12... isso se for do jeito que eu to imaginando...
[foi mal também pelo tamanho do comentário... acho que me empolguei na hora de dar minha opinião...só pra constar... boa sorte com a obra...]
Quanto as primeiras questões eu respondo : o futuro é antiguado , quanto mais vemos o passar dos anos , vemos as pessoas pensando menos, e agindo como animais ou até mesmo piores.
quanto aos direitos humanos, foram eliminados pela OCTM , que tira tudo que for atrapalhar as pessoas a trabalhar mais, o mundo virou totalmente só para o trabalho e dinheiro.

e sim não queria apenas colocar umas guerrinhas contra o governo e fim. bolei tudo até o final. vai ter muita perseguição do governo e alguns confrontos , claro[ alem do mais os caras são contra o governo e querem destruir ele] pretendo colocar muita emoção, sequestros, resgates, pressão pscicológica , e um final totalmente surpreendente, é claro que vai ter uma grande guerra, mas não uma guerra normal... amanha ou até mesmo hoje estarei postanto o capitulo 2 . espero que gostem e comentem mais . SE vc quer ver muita emoção e ação física e pscicológica acompanhe THE REVOLT OF WAR

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Re: Revolt of War - Livro

Mensagem por Zantho em Qui Jan 02, 2014 8:09 pm

kkk entendo, sendo assim ok... vou acompanhar essa história e sempre que possível deixando um comentário... mas desenvolva melhor ela... trabalhe bem na emoção, drama, suspense, coisas inesperadas, etc... enfim são muitas as coisas que ainda tem que se fazer nesse livro... espero por algo que faça com que eu queira ler mais e mais essa história no capitulo 2..

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Re: Revolt of War - Livro

Mensagem por Dancrox em Qui Jan 02, 2014 9:05 pm

Meu deus, só de olhar o tamanho da preguiça de ler .
 Jaja leio xD

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Re: Revolt of War - Livro

Mensagem por leoninja12 em Sex Jan 03, 2014 6:38 pm

Acho que a centralização que você colocou no texto deixou as coisas um pouco confusas. Também notei uma troca de ponto final por virgulas no texto.

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Re: Revolt of War - Livro

Mensagem por STX em Sex Jan 03, 2014 7:54 pm

é tanta linha junta que fica dificil de ler Razz

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Re: Revolt of War - Livro

Mensagem por Matheus Athayde em Dom Jan 05, 2014 6:59 pm

capitulo 2 :

Spoiler:
Todos estamos ali tão empolgados com esperança nos olhos, olho de repente pro lado com susto, e vejo algo similar a uma pessoa, estava tão longe que meus amigos não conseguiriam ver, disse rapidamente,
-Vamos! Vamos! Tem alguém nos vigiando, vamos para o topo do morro!
Todos saem correndo, mas Annie pergunta,
- Tem animais ferozes lá !
- Eu trouxe meu arco e flechas!
Respondi enquanto tirava o arco de minha aljava ainda não armado, dava para eu esconder ele, no centro das minhas costas desde o começo do meu pescoço até o termino da minha coluna, colocava ele na minha aljava com um tipo de tampa para cobrir e ninguém perceber, algo parecido a uma mochila! Enquanto corríamos pela mata adentro, percebia outra coisa que também me deixava angustiado e com muita raiva, uma coisa que destrói a humanidade, o lixo, ele vem sendo jogado nas matas, oceanos e rios, não existia mais praias pois estavam poluídas, agora me percebi que não podia mais mergulhar no riacho, pois pode estar contaminado!
Josh fala gritando enquanto corria,
-Que ******! Agora ferrou de vez!
-O que ?
Pergunto eu desesperado
- Os marcadores, devem ter ouvido nossa conversa !
Diz Josh
Mathews tenta nos acalmar falando
- Não pode ser possível, estamos longe da praça imperial, aqui não tinha que ter sinal de rastreamento!
Annie olha pra min com seus olhos grandes e azuis, com profunda tristeza e diz
- E agora David, vamos ser mortos, decapitados?
Naquele momento o mundo para para min, começo a ouvir a musica que meu pai sempre falava que ouvia quando tinha a ideia de lutar por uma causa importante, começava com uma suave melodia e depois ia aumentando o ritmo, um ritmo com emoção e com vontade de lutar !
Enquanto eles correm eu paro armo o meu arco, pego uma flecha e acompanhando toda a emoção da musica, largo a flecha e vejo ela indo voando pelo ar e atingindo certeiro o alvo, quando cai no chão percebo que era sim um soldado dos mandantes negros, eles nos ouviram, mas vou manter em segredo para que não fiquem com medo e desistam da ideia. Eles me chamam e acordo da musica e volto ao mundo real saio correndo em direção a eles. Paramos!
Josh fala
- Conseguiu ver quem era? Acertou ?
-Não, não sei quem era muito menos acertei!
Mentindo pra eles com muita dor no coração, mas sabia que era a coisa certa a se fazer!
Josh começar a rir, dum sorriso maléfico!
Pergunto a ele,
- Por que está rindo?
Ele responde,
- Por que pensei que ia morrer!
-Acha isso um motivo de alegria?
 Disse Annie questionando.
Josh responde,
-Não, alegria não, excitação, de lutar, de se arriscar por uma causa!
E eu vou na onda dele e sorrindo para ele digo,
-Viu era isso que eu estava te falando!
Annie fala,
-Vocês estão loucos!
Mathews passando na sua frente sussurrando no seu ouvido diz,
- Não é loucura é sonho! E lembre-se que sonhos se tornam realidade!
Annie fica parada e percebe a situação !
 
Enquanto isso no prédio 2 da praça imperial, um comandante de rastreamento
Conversa com o ministro de comando!
- Olá seu Ministro, gostaria de informar que foi ouvida uma conversa um pouco estranha entre alguns jovens não-trabalhistas, a conversa não foi ouvida direito pois estava fora do sinal, por isso não temos certeza de nada, foi mandado um soldado para conferir, mas ele sairia do emprego após essa missão, deve estar gastando o pouco do dinheiro que tem bebendo, e não nos deu relato, por isso pergunto ao meu senhor se devo mandar outro soldado?
O Ministro diz com toda sua arrogância e deboche,
-Não, deixe em paz esses jovens, daqui a pouco vão começar a trabalhar e não vão mais poder sair do nosso esquema, agora pare de pensar em coisas inúteis é vá preparar o meu quarto para próxima sessão!
 
Estamos todos nós sentados, esperando um pouco, para ir embora, fico pensando, olhando para o horizonte, bem pensativo, porque menti para os meus melhores amigos. Josh levanta e me da um tapa atrás da minha cabeça, e fala:
-Levanta pensador! Ele já deve ter ido embora!
Todos levantam e começam a descer o morro, fico olhando para Annie, com seus cabelos longos ao vento.
Vamos andando desviando e pulando dos lixos e entulhos no meio do caminho, chegando no riacho eu falo que deve estar contaminado, Matheus sugere:
-Com certeza! Vamos derrubar essa árvore, já que está seca e velha, e usar ela como ponte.
Todos concordam mas eu pergunto:
- Tá bom, mas como vamos derruba-la?
Mathews responde:
-Você esqueceu que ela tá seca, isso significa que as suas raízes estão pequenas e frágeis, e além do mais, essa árvore esta a beira do riacho, a terra está molhada e fofa, se todos fazermos força, vamos conseguir derrubar.
De repente surge uma nova ideia em sua mente e Mathews nos fala:
- Mas fácil, alguém sobe quase no topo e faz força para baixo, e outra empurra para inclinar e ela vai cair!
Eu digo:
-Tá bom eu subo no topo e você e Josh empurram!
Enquanto começo a subir na árvore Josh reclama:
-E a Annie, vai ficar parada só observando?
Mathews diz:
-Sim! Claro que sim !
Josh pergunta:
-Mas porque?
 Eu subo no topo olho com tom de deboche para ele e falo:
-Porque ela é uma dama!
Depois falo com sarcasmo:
-Seu cavalheiro!
Josh e Mathews começam a empurrar a árvore, com muito suor, empurram mais não move um centímetro que seja. Enquanto empurra Josh pergunta:
- Então como ela vai lutar?
Annie vai com muita determinação e começa a empurrar também a arvore, e assim com a sua ajuda a arvore cai, Annie olha para Josh com deboche e fala:
- Desse jeito! Cavalheiro!
E sai rindo delicadamente pela ponte! Olho para Josh e vejo sua cara de raiva, e começo a rir silenciosamente! Depois Mathews atravessa, e Josh por ultimo! Olha para min e me vê ainda prendendo o riso e pergunta:
- Tá rindo do que ?
Eu respondo desdenhando da sua cara:
-Nada! C-a-v-a-l-h-e-i-r-o!
E começo a rir novamente. Depois de nos despedir combinamos a nos encontrar novamente na pedra às 5 horas após o sol ter levantado. Vai cada um para sua casa.
 
Quando chego em casa vejo minha avó sentada, como sempre na sua poltrona, mas,
Me questiono, levantando a sobrancelha, não é possível, abro bem os meus olhos e com muito espanto me aproximo dela, ela ... não, ela nã...est...re...não está re...res...respirando, coloco o meu dedo debaixo de seu nariz só para confirmar vejo o seu pulso, coloco minha cabeça sobre seu peito, me afasto com espanto e tristeza, seu coração não bate mais, seus olhos já estão foscos, não tem mais vida ali, corro rapidamente para a cozinha pego uma faca e no seu braço direito debaixo do ombro, faço um corte um pouco profundo, coloco o dedo e retiro o marcador, tenho que colocar isso em qualquer coisa que tenha coração, por que se descobrirem que ela morreu, vou para o inferno denominado orfanato, nele você tem que trabalhar sem receber nada, você fica amontoado com outras pessoas, come uma vez ou outra, é horrível, leio tudo isso em livros que passam ocultamente, já que não podemos falar nada se não os mandantes negros nos ouvem e nos decapitam. Saio correndo para fora de casa, tenho um cachorro chamado Spoke, pego ele com lagrima nos meus olhos, faço o corte na sua barriga, e coloco o marcador nele, e vejo a luz verde, fico tranquilo, mas não totalmente, por que demora 15 minutos para eles captarem pessoas mortas, tomara que não tenha dado tempo, agora tenho que cuidar do cachorro, para que ele também não morra. Vou para o banheiro e lavo minha mão de sangue tiro a minha roupa vou tomar um banho e depois lavo minha roupa para tirar a agua do riacho que devia estar contaminada, lavo rápido para não gastar água, faço isso em menos de 30 segundos, coloco a roupa para secar um pouco na janela do banheiro e me seco, depois volto a colocar minha roupa, claro, por que só tenho uma roupa, vou dormir molhado mesmo, eu durmo na cama sem colção, apenas na madeira e com um travesseiro, vou dormir!
 
Acordo  e vou ver como o Spoke está, abro a porta e vejo, ele, não acredito! Ele está morto, coloco minha mão sobre seu sangue derramado no chão e vejo que ainda está quente, o que vou fazer agora, esqueci de fechar a ferida e vazou o sangue todo, ele deve ter tido hemorragia, ou algo do tipo, tiro rapidamente o marcador dele, e a única coisa que me vem em mente é colocar em min mesmo, sei que o meu marcador foi colocado no braço direito, por isso faço um corte no braço esquerdo e coloco o marcador, acende a luz verde, vou costurar o ferimento, após costurar eu vou para encontrar meus amigos e também ver se eu consigo pegar alguma coisa para eu comer, pego meu arco e aljava, saio de casa com medo, para ver se tem alguém do governo, mas paro e penso, vem uma frase em minha mente, acho que meu pai que tinha falado quanto era pequeno e ficava com medo ao dormir tendo pesadelos de os soldados do governo me pegando. E essa frase vem como o primeiro trovão da tempestade!
 
“O povo não deve ter medo do governo, mas sim o governo ter medo do povo!”
 
Termino eu correndo para o riacho!
 
 
 
   

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Re: Revolt of War - Livro

Mensagem por leoninja12 em Dom Jan 05, 2014 7:32 pm

Bom, acho que depois das falas você poderia continuar com o " - ' para explicar quem falou ao invés de dar paragrafo.
Ex:

- Oque? - perguntou eu desesperado.

E lembres-se, antes da fala tem que ter :

Ex: ... mas Annie perguntou,
- Tem mais ....

Deveria ter : antes da fala
Também acho que você deveria dar mais emoções para os personagens. Em alguns pontos não parecem bem expressados

Não acho que você deveria planejar uma trilogia ainda. Tente escrever pequenas historias para ie treinando e leia mais alguns livros fora de sua zona de conforto para ter idéias de escrita e de outras coisas.
desculpe se eu disse algo errado, mas sou um profundo apreciador de livros e um leitor ativo.

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Re: Revolt of War - Livro

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