Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

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Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Dom Ago 04, 2013 8:37 pm

Esse livro se trata da Historia de Oitos semideuses da cidade de Cotia, que descobrem que são filhos de deuses, então embarcam para uma aventura eletrizante em busca pelo Irmão, isso e um breve resumo, por que não quero estragar a surpresa, no começo, o livro se inicia como Danilo Lerman sendo o protagonista da historia, mas a partir do capitulo 6 se não em engano, eu começo a escrever o livro com 4 pontos de vista diferentes da historia, para ficar mais dinâmica, espero que gostem da minha historia... ela e inspirada no mundo do Percy Jackson, então como no livro, o Olimpo continua sendo nos E.U.A e outras series de fatores que acontecem no livro da saga Percy Jackson e os Olimpianos...
E so, por enquanto, vou postar o capitulo 1, para verem se ficou bom... Abraço Wink)








Capa Do livro


Última edição por Rideki-sama em Dom Ago 04, 2013 8:51 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Dom Ago 04, 2013 8:50 pm

Ja li esse capitulo, mais sem duvida,ta muito show, gostei muito fera, mais vo ler denovo... Se não for pedir demais, tem como aumenta essas palavras com letras pequena ? ( taligado que sou cego né )
 Só mais uma coisa... se prepare para as criticas e para os elogios
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Dom Ago 04, 2013 8:52 pm

SHOW


Última edição por Dancrox em Dom Ago 04, 2013 8:52 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Dom Ago 04, 2013 8:52 pm

Dancrox escreveu:Ja li esse capitulo, mais sem duvida,ta muito show, gostei muito fera, mais vo ler denovo... Se não for pedir demais, tem como aumenta essas palavras com letras pequena ? ( taligado que sou cego né )
 Só mais uma coisa... se prepare para as criticas e para os elogios

 Vou respostar o capitulo Wink)
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Dom Ago 04, 2013 8:53 pm

Dancrox escreveu:Tiro ? se der antes de colocar tudo, coloca uma sinopse pro pessoal preguiçoso kk

 Coloquei acima da capa Wink)
kkkkkk' 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Dom Ago 04, 2013 9:01 pm

Capitulo 1 - Fui Atacado por uma Galinha Gigante
:

Danilo Silva 
 
Capitulo 1
 Fui Atacado por uma Galinha Gigante­­.
 
 
  
  Se você já leu historias de semideuses e deuses, como Percy Jackson e os Olimpianos e Fúrias de Titãs... Todas estão corretas, e pra ser sincero a história de Percy Jackson e real. Eu me chamo Danilo Lerman... E sou um semideus... Eu vivo em Cotia. Você deve estar estranhando, pois o Olimpo é nos Estados Unidos e vivo no Brasil, mas existem semideuses espalhados no mundo todo, mas é em Cotia a maior concentração de semideuses brasileiros.
 Minha história começa no meu aniversario de 16 anos. Eu estava comemorando com meus amigos, João Victor Bennington, Davi Ismael Nagasawa, Myslaine Winchester, minha Mãe Sizaltina Lerman, minha irmã Andréia Lerman e meu cunhado Jhonny Borba. Estavamos todos animados na festa quando o Sr. Brown, nosso vizinho, me chamou no portão:
- Vá atender – Disse minha Mãe e obedeci.
E lá estava ele, um homem caucasiano, de barriga flácida, óculos e seu short jeans sujo de graxa e com um odor desagradável por causa de seu trabalho como Borracheiro.
- Olá Danilo... Meus Parabéns – disse ele – 15 anos já!
-Eer... Na verdade são 16, mas mesmo assim, muito obrigado Sr. Brown.
-Toma aqui seu presentinho... – ele me entregou uma caixinha com um laço.
-Muito obrigado! Não precisava – Minha mãe sempre dizia isso – gostaria de entrar?- Não me pergunte por que disse isso.
-Não, obrigado, tenho muito trabalho – como eu disse, sempre trabalhando.
- Então tá, muito obrigado pelo presente!
- Foi um prazer!- e saiu sorrindo.
Aquilo foi meio estranho, mas voltei para a minha “mini festa”. Depois da festa, e de me despedir dos meus amigos, fui ver o que se encontrava naquela caixa, peguei-la, e fui para o meu quarto. Tranquei a porta. Quando abri, havia uma chave com um símbolo de um raio, achei estranho, mas também tinha um bilhete dizendo:

"Tome Cuidado Criança, guarde está chave, o perigo se aproxima!"

“Tome cuidado?”, cuidado com o que? Estava certo que meu bairro não era um dos mais seguros... Mas aquilo me intrigou, mas estava cansado, e quando vi, já estava dormindo...
Eu estudava na escola República de Cotia, uma escola até legal, se não fosse à localização e os arruaceiros, mas de resto era legal, meus amigos estudavam lá, meu professor de história era uma mistura de filosofo com rockeiro, ele vestia roupas “descoladas”, tinha barba, e suas ideias era geniais, até que era uma escola boa. Ao caminho da escola, eu sempre passava na casa da Amanda Listing, uma garota branca, de cabelos castanhos cor de mel, olhos misteriosos castanhos, e baixinha, o que eu sempre achava fofo, e que alias, era a minha namorada....
-Vamos amor? - Sempre dizia isto...
-Sim! - suas respostas sempre eram curtas assim.
-Dormiu bem?- Eu sempre tentava puxar assunto, o que era difícil.
-Sim e vos?- Ela falava deste jeito meio “antigo”
-Sim... 
-Desculpe não ter ido à tua festa amor, meu pai não deixou...
-Tudo bem.
E fomos ate a escola abraçados e apenas eu tentando puxar assunto. Chegando à escola, encontrava vários amigos, e assim ia para minha sala, 2° A. As aulas eram sempre chatas, na maioria das vezes eu dormia ou ouvia musica, e sempre ansioso para o intervalo, que era as 09h30min, encontrava meu amigos do terceiro colegial, Myslaine Winchester, os irmãos Beginns, Bruno e Fernando, os quais eram gêmeos, Anna Golden, Anderson, João Victor Bennington, Davi Ismael Nagasawa e a Amanda Lisnting. Meu intervalo era uma comedia com ele, eu sempre começa falando do mesmo assunto:
-Olá Semideuses...
-Você não se cansa disso?- disse Amanda.
-Pior que não!- disse rindo.
-Deixa ele gente, ele só quer ser feliz- respondeu a Myslaine, rindo com as suas maçãs do rosto que me fascinavam.
Todos riram inclusive eu, o “zoado”, mas meus intervalos eram sempre felizes, mas o que me intrigava era o inspetor, Sr. Doowner, era um velho de cabelos grisalhos, pele enrugada e barba, andava sempre de terno, que era estranho, pelo fato de que em cotia fazia muito calor, mas ignorávamos, menos o fato de ele sempre estar vigiando a todos nos, ficávamos no refeitório todo intervalo, e lá estava ele, com seus olhos negros fixados em nos.
E quando acabava o intervalo, todos seguiam para as suas salas, mas eu e o Victor fomos para a secretaria resolver uns assuntos...
-Eu vou ao banheiro, já volto.
-Beleza – Disse Victor.
Eu meio que senti que estava sendo observado, mas tranquilamente fui ao banheiro.
-Olá Lerman...
-Aaah...! Que susto senhor Sr. Doowner... - tentei respirar e me recompor- fiz algo de errado?
-Não - disse ele, com seus olhos que agora pareciam vermelhos..- só vim me certificar que todos os alunos estão em suas salas!!
-Desculpe Senhor... E que... Eu e o Victor fomos à secretaria.
-Tudo bem Lerman... Você se acha especial não é?
-Como assim... Só por que fui à Secretaria? Todos os alunos podem fazer isso! – Falei sorrindo, mas estava assustado.
-O teu cheiro não me engana... Filho de Zeus!
-O quê? Filho de Zeus?... E alguma pegadinha só por que curto Percy Jackson?
Então, o corpo do Sr. Doowner começou a mudar de forma, uma forma com penas e garras... E rosto de mulher? Pelo visto o Sr. Doowner era Senhora. Mas eu não estava preocupado com isso, e sim que uma harpia estava parada bem na minha frente, e o que eu pude falar era:
-Oww! Que demais essa fantasia! Incrív-
Mas antes de eu terminar, o Senhor. Ou melhor, dizendo. Sra. Doowner veio em minha direção com as tuas garras extremamente afiadas, com um movimento rápido, mas não sei de onde tirei essa agilidade, eu fui para o lado... Rapidamente sai correndo gritando:
-Socorro, tem uma galinha voadora atrás de mim!
Mas ninguém veio para me ajudar, apenas ficaram rindo. Eu continuei correndo em direção ao refeitório, lá me escondi atrás das mesas, tentar me acalmar, e me beliscando para ver se era real, logo em seguida chega a Sra. Doowner gritando:
-Apareça Filho de Zeus, só quero falar com você, não irei te machucar...
Enquanto ela falava, eu mandava um sms para o Victor:


"Venha para o refeitório agora! Socorro!"


Esperava que ele entendesse, mas acho eu para o meu azar, ele tinha deixado o celular com nosso amigo.
Distraído com o sms, não percebi que a Sra. Doowner estava atrás de mim, vindo em minha direção novamente, não tinha para onde correr, quando de repente aparecem dois garotos pulando em cima da Sra. Doowner... 
-Tudo certo cara? – Eram Bruno e Fernando. Os irmãos Beggins
-Eu... Eu... eer.. – Eu estava paralisado
-Saiam de cima de mim seus Filhos de Hermes!
-Filho de que?
-Saiam!!!
Então a Sra. Doowner deu um chute nos dois, que fizeram eles deslizarem pelo chão, Fernando bateu com a cabeça na parede, e ficou desacordado, e Bruno bateu as costas na mesa, e ficou se contorcendo de dor, em seguida eu tirei coragem e fui para cima dela, a agarrei com os braços, e empurrei-a para o chão... Ela ficou se debatendo, e suas penas entravam em minha boca. E ate agora nada do Victor, Bruno conseguiu se levantar, e pegou uma caixa, e foi em encontro da Harpia.
-Por meu irmão!!!
-Cuidado comigo!!! – Gritei.
Ele acertou um bom golpe na Harpia, que fez com que ela ficasse atordoada.
-Tome cuidado – Disse Bruno para mim.
Cuidado... Isso me fez lembrar-se da carta do Sr. Brown, mas em que aquilo poderia me ajudar?
-Danilo... Danilo! Cuidado!
Quando voltei em si, vi que a Sra. Doowner já estava com as suas garras em cima de mim, me pegou e começou a voar, mesmo com o teto baixo do refeitório, ela estava voando:
-Meu Senhor ficara satisfeito com o “Herói” que eu estou levando!
-Como assim herói?-Eu disse
-Você e o-
Uma flecha passou zunindo ao lado da minha cabeça... E lá estava meu professor de história cortando uma harpia ao meio... A Sra. Doowner se desfez em pó dourado... E eu infelizmente, cai no chão..
-Ai. Esta doeu, e muito!! – Eu disse
E meu Professor pegou Fernando nos braços e entregou para Bruno.
-Leve ele a direção, fale que ele escorregou e caiu no banheiro, e você está bem? – Disse meu Professor
-S-Sim Senhor – Disse Bruno carregando seu irmão nos braços e em estado de choque.
-Muito bem. E você Lerman.- Disse meu Professor com expressão seria.
-Eu? Eu o que, só fui atacado por uma galinha gigante, meu amigo está desacordado, eu estou machucado e traumatizado!
-Calma Lerman.
-Calma? Você quer que eu tenha calma, você viu o que acabou de acontecer? Eu fui A-T-A-C-A-D-O POR UMA GALINHA GIGANTE!
-Uma Harpia.
 -Tanto faz qual o nome dessa coisa. - Finalmente me liguei que meu professor estava com um arco em punhos – E-e você que mato ela... Quem e você?
-Você não sabe meu nome?
-Para ser sincero não, sempre durmo nas tuas aulas, e também não consigo ler os textos direito, deve ser minha dislexia!
-Sou Professor George... Mas realmente falando, meu nome e Daymon... sou Filho de Apolo.
-Você quer me dizer que esse negocio de semideuses e real?
-Sim, e preciso levar vocês para o Acampamento Olimpiano!
-Acampamento o que?
-Olimpiano. Acampamento Olimpiano! E um acampamento para Semideuses.
-Eu sei o que e! - Disse com confiança.
-Então por que perguntou? – Disse meu professor com deboche.
-Mas calma, levar vocês, você quer dizer eu, o Bruno e o Fernando?
-Não – Disse Sr. Daymon com expressão seria agora. – A mais cinco Semideuses aqui!
-Como e que? Cinco Semideuses? Nesta escola? – Perguntei com cara de espanto.
-Sim, e eu fiquei responsável em leva-los até o acampamento.
-Cara, isso e real mesmo, eu não estou soando, estou louco ou algo do tipo? – Perguntei ao mesmo tempo me beliscando.
-E real sim e-
Nesta hora a Diretora desceu correndo as escadas.
-Que Bagunça e está posso saber! – Disse a Diretora Dayne, com aquele cabelo curto e roupa de brechó, sempre riamos das roupas estranhas e seu cheiro de incenso.
-Suba para a tua sala garoto. – Sussurrou meu Professor para mim.
Subi correndo as escadas, e a Diretora gritando para mim para que eu fique lá imediatamente, mas meu Professor impediu, dando explicações de tudo.
Na volta para minha sala, fui verificar como estava o Fernando. Chegando à enfermaria, lá estava ele, com um curativo na testa, mas estava acordado pelo menos.
-Olá, como você está? – Disse 
-Estou bem, só com um pouco de dor de cabeça – Disse ele tentando sorrir.
-Obrigado! Se não fosse você, aquilo teria me matado.
-Não foi nada!
-Cadê seu irmão?
-Ele voltou para a sala.
-E eu farei isso! Valeu mesmo cara, estou te devendo uma!
-Não foi nada! – Agora sim ele disse sorrindo.
E segui meu caminho para a sala. Depois das aulas acabarem, Daymon chamou a todos no refeitório. Quando digo todos, todos os oito Semideuses.
- Por que nos chamou todos Sr. George? – Disse Mislayne.
- É para algo importante! – Disse Anna.
- Chamei todos aqui para leva-los para o Acampamento Olimpiano! – Disse Daymon com autoridade – E na verdade me chamo Daymon, e sou filho de Apolo.
Neste momento todos riram menos eu, Bruno e Fernando.
-Hahahá... Vai me dizer que você e Filho de Apolo, corta es-
Nesta hora o boné do Victor foi para na parede com uma flecha de Daymon:
-Sim, sou Filho de Apolo, Deus do Sol, da poesia e do arco e flecha, por isso o arco, mas a parte da poesia não e comigo!
-Tudo bem Senhor Filho de Apolo – Disse Victor com os olhos arregalados tocando na cabeça, só para ter certeza se ela estava lá.
-Todos vocês são Semideuses! Pergunte para o Lerman se ele não acaba de ser atacado por uma Harpia.
Na hora, minha namorada, Amanda, e minha melhor amiga Mislayne, vieram ao meu encontro:
-Você está bem meu amor? – Disse ela me abraçando.
-Ferido? – Disse Mislayne.
-Estou bem, e sim, fui atacado pó um gali-.. Quer dizer, por uma Harpia.
-Incrível! – Disse Victor.
-Incrível? E incrível o meu melhor amigo ser quase morto por uma Harpia? – Disse Mislayne num tom bravo.
-Calma, só estava brincando, mas pergunta para o Danilo se tudo isso não e incrível.
Todos olharam para mim.
-Eer... Sim, e incrível, menos a parte de quase virar comida de Harpia. – Disse eu quase sorrindo
As duas olharam com raiva para mim.
-Então, agora todos acreditam? Agora preciso levar a todos para o Acampamento Olimpiano!
-Para quê? – Disse Anna.
-Para que fiquemos em segurança dos monstros, já que somos muitos semideuses reunidos em um único lugar – Disse Victor, o que deixou todos espantados – Que foi gente? Eu leio Percy Jackson, se tudo estiver de acordo, temos que ir para o Acampamento.
-Como o Victor disse, devo leva-los – Disse Daymon
-Mas e nossos pais? – Disse Amanda.
-Eles já sabem que vocês são filhos de Deuses, para ser mais sincero, eles tiveram um relacionamento com eles – Disse Daymon, finalmente rindo.
-Hehe! – Disse Victor – Isso fica cada vez mais incrível.
-Então, encontrarei vocês amanhã, às cinco da manhã, em frente da escola! – Disse Daymon – Se despeçam de seus familiares e amigos! – E se retirou.
E ficamos lá, quietos por um bom momento, tentando raciocinar o que tinha acabado de acontecer.
Voltando para casa, pensei em todas as pessoas que poderiam ser monstros, para me distrair de tudo o que tinha me acontecido, imaginei o garoto irritante da minha rua, como era o nome dele, Dennis?? Deveria ser ele, o imaginei um pequeno inseto irritando, soltando gosma para todos os lados, imaginei minha vizinha, Senhora Travor, ela seria uma ótima Harpia, seria uma Harpia bem velha, com cachecol e luvas, e imaginei o Sr. Brown, e na hora me veio à mente a caixa, talvez ele tivesse razão na parte de tomar cuidado, “Quando chegar em casa tenho que falar com ele!”, pensei.
Já em casa, expliquei tudo para a minha mãe:
-Temia que esse dia chegasse, mas tem que ser assim, entenda filho, e para a tua segurança.
-Mas mãe, e a senhora?
-Eu vou ficar bem filho, mas lembre-se, sempre estarei contigo.
-Sempre! – E dei um abraço forte em minha mãe, o abraço mais demorado que eu dei.
Em seguida, subi para arrumar minhas coisas, mas não sabia o que levar em uma só bolsa. Coloquei umas roupas, boné, um livro (mas sabia que nunca leria) e por fim, aquela caixinha.
-O que será que me espera? – Disse.
-Ta falando sozinho moleque? – Disse minha irmã rindo.
-Aaah! Que susto, sai do meu quarto! 
Depois de bater a porta, percebi que sentiria falta dela, fui ate o quarto dela, e deu um abraço nela:
-Eu te amo!
-Eer... Também te amo maninho.
E por fim, fui até meu quarto, tentar dormir.
 
 
 
Fim do Capitulo


Autor da História: Danilo Silva.
Editora da Ortografia: Mayra Bellini.
Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
 
d
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Pein Pocket em Dom Ago 04, 2013 9:30 pm

Fico bem parecido com percy jacson naquela parte do acampaneto mas da mas deixe um pouco menor cara ta mto grande pode comentar aqui pf cara http://dpzine.forumeiros.com/t2146-winds-cristal-cap-4-so-temos-150-dias-para-salvar-a-terra#37701
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Dom Ago 04, 2013 9:35 pm

Pein Pocket escreveu:Fico bem parecido com percy jacson naquela parte do acampaneto mas da mas deixe um pouco menor cara ta mto grande pode comentar aqui pf cara http://dpzine.forumeiros.com/t2146-winds-cristal-cap-4-so-temos-150-dias-para-salvar-a-terra#37701

Pein, não esta grande, isso é um capitulo de um livro, não é qualquer roteiro
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Dom Ago 04, 2013 9:36 pm

ficou ótimo, Filho de Zeus . ( aah como eu adoro mitologia grega   )
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Dom Ago 04, 2013 9:52 pm

Pein Pocket escreveu:Fico bem parecido com percy jacson naquela parte do acampaneto mas da mas deixe um pouco menor cara ta mto grande pode comentar aqui pf cara http://dpzine.forumeiros.com/t2146-winds-cristal-cap-4-so-temos-150-dias-para-salvar-a-terra#37701

 Mas e meio que inspirado em Percy Jackson, mas quando a historia se desenrolar ela mudara!!!
Tipo, e grande pro que e como se fosse um capitulo de um livro, que geralmente tem 14 paginas cada capitulo... Se estiver muito grande para colocar na Dpzine, eu não coloco mais se for o caso =/
Vlw pelos comentarios Wink)
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Dom Ago 04, 2013 9:53 pm

Dancrox escreveu:ficou ótimo, Filho de Zeus . ( aah como eu adoro mitologia grega   )

 Vlw pela ajuda nas respostas man...! 
Tbm amo Mitologia 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por kid em Dom Ago 04, 2013 10:24 pm

bem legal,gostei muito,gosto de mitologia tambem

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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Matheus Athayde em Seg Ago 05, 2013 12:28 pm

viciado em mitologia   concerteza gostei
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Seg Ago 05, 2013 1:58 pm

kid escreveu:bem legal,gostei muito,gosto de mitologia tambem

 Quem não gosta de mitologia? >.<
kkkkkkkkkkkkkkkkk' geek
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Seg Ago 05, 2013 1:59 pm

Matheus Athayde escreveu:viciado em mitologia   concerteza gostei

 Serio que gosto?  
Tbm sou viciado em mitologia!! e muito **** >.< geek 
Vou postar mais dois capitulos mais tarde 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Ter Ago 06, 2013 11:31 am

Capítulo 2: Não sou Reclamado
:
   Danilo Silva 
 
2° Capitulo
Nao Sou Reclamado.
 

 Na manhã seguinte, passei na casa dos meus amigos, e todos com expressão de angustia. A frente da escola estava Daymon nos esperando.
-Estão prontos?
-Na verdade não... Mas vamos! – Disse Davi, que geralmente é bem quieto.
-Mas como vamos? – Disse.
-Já está chegando nossa condução – Disse Daymon apontando para o nada.
De repente, surgi uma van azul, com um motorista um tanto quanto familiar.
-Sr. Brown?! – Disse espantado
-Isso mesmo criança, sou o motorista de hoje.
-Vamos viajar nisso? – Disse Victor – Mas que beleza, vamos para um acampamento de Semideuses, e temos que ir numa van, não tem nenhum avião?
-Por experiência própria, não é bom viajar em um avião. – Disse Sr. Brown
-Pera ai... – Disse – O senhor só tem um olho?
Todos olharam fixamente, e todos tiveram a mesma reação, de espanto.
-Sim, para ser um ciclope preciso ter um olho, ou estou errado?
- É que é meio repugnante. – Disse Fernando.
-Olha como fala, muito respeito com o Sr. Brown. – Disse Daymon
-Tudo bem Daymon, já estou acostumado! – Disse sorrindo.
-Mas por que o senhor vivia perto de mim, e não no acampamento?  - Perguntei
-Para os monstros não rastrearem você, o cheiro que você emana, e de um Semideus.
-E o teu não e muito bom! – Disse Bruno rindo.
-Olha o respeito Beggin! – Disse Daymon em um tom muito bravo.
-Tudo bem Daymon, mas foi este meu cheiro que protegi alguns de vocês, inclusive você Lerman.
-Muito obrigado Senhor – Disse
-Então – Agora em um tom mais amigável – Todos a bordo.
-É... Fazer o quê! – Disse Anna.
Seguimos todos pela estrada, mas a maior parte do trajeto dormimos, só acordamos quando paramos em uma daquelas lojas de estrada.
-Isso tudo é um pouco estranho – Disse Davi.
-Eu estou achando o Máximo!– Disse Victor – Será que sou filho de quem? Zeus? Poseidon? Hades?
Todos riram, mas dava para ver no rosto de cada um, a expressão de medo, pelo fato de estarmos indo para um local desconhecido, e toda essa história deixaria um jovem meio agitado.
-Então me diga uma coisa – Disse – Se as histórias de Percy Jackson são reais, por que Rick Riordan a escreveu?
-Rick Riordan é o Escritor Sênior no Acampamento Olimpiano – Disse Sr. Brown
-Mas para que escreve – las? – Disse Victor
-Para alertar Semideuses do mundo todo, avisar de uma forma que os mortais só achassem que era um simples livro de mitologia.
-Ele estava tentando alertar sendo discreto? – Perguntou Davi.
-Correto. – Disse Daymon, que agora estava um pouco mais calmo.
-Onde fica o Acampamento? – Perguntou Amanda.
-Campinas – Disse Sr. Bronw.
-Campinas?! É... Vamos ter uma longa viagem. – Disse Bruno.
-Então, todos foram ao banheiro, compraram lanches?  Por que vamos voltar para a estrada! – Disse Sr. Brown em um tom de entusiasmo.
Voltamos para a estrada, rumo a Campinas. Foi mais ou menos duas horas de viagem, duas horas de tédio também, todo mundo ficou calado, sem reação, sem dizer nada, foi só o Sr. Brown contando histórias que ele viveu batalhas e heróis que ele encontrou. Chegando a Campinas, nos entramos em uma estrada típica americana, uma estrada longa, com arvores e neblina, que seria uma bela pintura.
Mas alguns minutos nesta estrada quando finalmente.
- Chegamos Acampamento Olimpiano! – Disse Sr. Brown mostrando a nós a entrada do acampamento, e ele era simplesmente lindo, havia um lago enorme, uma floresta com ninfas pulando pelos galhos. Havia uma casa enorme de três andares, era o que aparentava no principio vários jovens com armaduras, e, um acampamento bem semelhante ao Acampamento Meio-Sangue, à única diferença era a camiseta, era verde escrita: Acampamento Olimpiano com um desenho de um tridente. Sr. Brown estacionou o carro, e todos descemos e a nossa espera estava, para minha surpresa, meu primo Thiago Lerman:
-Pera ai, vai me dizer que você também e um Semideus? – Disse.
-Sim, para ser mais preciso Filho de Athena, a Deusa da Sabedoria e da Estratégia em Batalha. – Disse ele sorrindo.
-Mas, por que você nunca me contou?
-Por que não era a hora certa, foi por isso que te emprestei todos os livros, para você se aprofundar no assunto, e entender.
-Mas... mas...
-Nada de mas, agora vamos todos entrar, vocês tem que se arrumar, para se organizarem, mas aqui, temos alojamento para quem não foi reclamado.
-Reclamado, o que e isto? – Disse Mislayne.
-Reclamado é quando um Deus assume o teu filho. – Disse Victor
-Correto... Victor né?
-Sim... Senhor?
-Não, sou jovem ainda para ser chamado de senhor. – Disse Thiago rindo. – Vamos entrar?
-Sim, vocês vêm? – Perguntei.
-Não, vamos resolver uns assuntos, mas aproveitem o tour. – Disse Sr. Brown.
E realmente foi um tour. Andamos o acampamento inteiro, com meu primo mostrando tudo, os chalés onde ficaríamos, o campo de batalha, o lago que era usado para competições de canoagem, a casa principal onde tinha reuniões, a floresta onde geralmente tinha a caça a bandeira que havia uma casinha velha num canto escuro da floresta, os estábulos, o arsenal de armas, o pavilhão do refeitório, a quadra entre outras coisas. Realmente bem semelhante ao Acampamento Meio-Sangue.
-Vários Acampamentos pelo mundo seguem o modelo do Acampamento Meio-Sangue – Disse Thiago – E este é o fim do nosso tour. Meninas, a minha esquerda está o chalé temporário em que ficaram. O da direita é o de vocês garotos, se arrumem para a noite.
-O quê terá a noite? – Disse Bruno.
-Um pequeno show.
-Então, eu não sei vocês, mas estou exausto! E a cama melhor é minha! – Disse Victor correndo para o chalé.
Mas antes de entrar algo aconteceu. Acima da cabeça de Victor apareceu uma Lança vermelha.
-E, acho que temos nosso primeiro Semideus reclamado, parabéns Victor, Filho de Ares, o Deus da Guerra. – Disse Thiago.
-Serio? Que demais, filho do Deus da Guerra. – Disse Victor.
-Bem que eu desconfiava que ele fosse o teu pai. – Disse
Ele riu, e meu primo indicou o caminho do chalé de Ares, os demais voltaram para o chalé “provisório”. Naquela noite, fomos todos para o pavilhão do refeitório, menos Victor, que estava na mesa dos filhos de Ares, se divertindo com seus meios-irmãos novos. Havia comida, sobremesa, bebida, musica, era um clima bem animado.
-Isso até que e legal – Disse Anna.
-Eu estou achando incrível. – Disse.
-Ah, você não conta, já que curti tudo isso – Disse Mislayne.
Depois do jantar, todos foram para o Anfiteatro, onde o Diretor, Sr. Chester se apresentou.
-Olá a todos, e olá para os recém-chegados. – E apontou para nós – Me chamo Chester Rendigton, sou filho de Poseidon, patrono deste Acampamento, estou responsável por ele, espero que vocês recém-chegados se acomodem, e curtam o nosso show. – Então se retirou.
Quem diria, Semideuses curtem um som legal, teve um pequeno show de rock, em que eu e a Amanda curtimos muito, e depois Stand Up Comedy, com o Sátiros e Semideuses, foi engraçado. Depois do show todos fomos para os quartos.
No meio da noite, ouvi um grito do chalé temporário das garotas, fomos correndo imediatamente para lá, e no meio da aglomeração de pessoas estava Anna e Amanda. Anna tinha alterado totalmente as roupas, ela estava simplesmente incrível, esse era o símbolo de uma filha de Afrodite, Deusa do Amor, enquanto Amanda tinha uma caveira acima da cabeça, símbolo de Hades, Deus do Mundo Inferior.
-Que roupas são essas? São ridículas – Disse Anna rasgando os enfeites da sua roupa.
-Filha de Hades, isso explica muita coisa – Disse Victor.
-Me deem licença, licença.  – Disse Thiago – Ah, mais reclamados, parabéns Anna, Filha de Afrodite, Deusa do Amor.
-Besteira!  Não quero ficar toda enfeitada com essas roupas...  – Disse Anna.
-Enfim, parabéns Amanda, Filha de Hades, Deus do Mundo Inferior.
-Eer... Ok. – Disse Amanda, um pouco nervosa com a atenção que estava recebendo.
Novamente meu primo mostrou os chalés de cada, e toda aquela aglomeração de Semideuses e Sátiros foram sumindo. Tentei dormir com a ideia de namorar a filha do Deus do Mundo Inferior, espero não ser vigiado por uma caveira. Naquela noite, sonhei que estava em uma floresta, sendo atacado por Harpias e Ogros, estava correndo o mais rápido que podia, ao meu lado estava Amanda, severamente machucada, mais a frente estava Mislayne e Davi correndo também, mas a nossa frente havia um abismo, e fomos encurralados pelos monstros, e quando todos eles vieram em nossa direção para nos derrubar, Acordo todo suado e ofegante, meus amigos preocupados desceram de suas camas.
-Você está bem? – Disse Davi.
-Não muito, tive um pesadelo não muito agradável.
-Eu tive um sonho horrível uns dois dias – Disse Bruno.
-Eu também. – Disse Fernando e Davi também concordando.
-Isso é normal, um semideus ter pesadelos, agora vai dormir, amanha tem caça a bandeira. – Disse um garoto no beliche de cima.
Então, tentei voltar a dormir, o que foi fácil, pelo fato de estar exausto.
No dia seguinte... Mais um reclamado, na verdade dois, Bruno e Fernando, Filhos de Hermes, isso ocorreu logo quando acordamos, agora só restaram eu, Davi e Mislayne como os “não reclamados”, meu primo, Thiago, disse que era bem provável que fossemos reclamados nesta noite, mas alguns filhos de Hermes disseram que poderíamos nunca sermos reclamados, isso me intrigou um pouco.
Tomamos café no pavilhão, e fomos nos preparar para a caça a bandeira.
-E muito simples. São dois times, o objetivo é pegar a bandeira do outro time. – Disse Thiago sorrindo.
-Como se isso fosse simples né. – Disse Mislayne.
-A divisão dos times foi feita deste modo, Time vermelho: Filhos de Athena, Filhos de Hades, Filhos de Apolo, Filhos de Hermes. Time azul: Filhos de Poseidon, Filhos de Ares, Filhos de Afrodite, Filhos de Hefesto e os “não reclamados”. – Disse Thiago a todos.
Todo time azul gritou “Heey”, e o time vermelho imitou levantando as espadas e os escudos.
-Como assim, eu vou ter que enfrentar a minha namorada? – Disse.
-Isso mesmo. – Disse Amanda.
-E eu não quero enfrentar meus amigos. – Disse Anna.
-No campo de batalha, muitas vezes não temos amigos. E também e só um exercício, nada de mais acontece. – Disse Thiago.
Mas não era somente um exercício, mas parecia uma batalha, jovens se degladiando e atacando uns aos outros, os filhos de Apolo ficavam nas árvores atacando flechas em alguns filhos apressados de Ares, ao mesmo tempo em que filhos de Poseidon se atacavam contra os filhos de Hades, o que foi uma batalha muito boa, os únicos que não lutavam eram os filhos de Afrodite, que estavam mais interessados em ficar penteando os cabelos e colhendo flores. Eu fiquei ao lado de Davi e Mislayne, mas não sabíamos o que estávamos fazendo, corríamos de um lado para o outro, escapando de espadas e armadilhas plantadas por filhos de Hermes.
-Isso e uma loucura, podemos nos ferir aqui. – Disse Mislayne.
-Ou morrer! – Acrescentei.
Desviamos de algumas flechas, até chegarmos a uma região da floresta bem aberta, e silenciosa, nem parecia que estava tendo uma batalha.
-Estranho, nem sempre o silencio e um bom sinal – Disse Davi. E ele tinha razão, da arvore surgiu vários filhos de Ares.
-Olha se não são os excluídos, como te chamam? “não reclamados”? hahaha! Eu chamo vocês de inúteis.  – Disse Reus, filho de Ares, ele era um garoto grande, musculoso, com cortes na cara e cabelo arrepiado, os outros três garotos eram bem parecidos com ele.
-Não queremos lutar. – Disse Mislayne.
- “Own” Que bonitinho, ela não quer lutar. – Disse Reus, rindo – Eu não terei pena de ninguém, nem de você, donzela.
Nesta hora, eles vieram em nossa direção, à única coisa que fiz foi proteger Mislayne, defendendo um golpe de Reus.
-Corram! Vão atrás da bandeira. – Disse.
-Não! Vamos ficar aqui. – Disse Davi, atacando um dos brutamontes. Sinceramente, não sei de onde ele tirou força para atacar aquele gigante, mas Davi era bem rápido, e dava ataques com o pomo da espada, a parte de baixo, de modo que eles se contorciam de dor, e com esses golpes Davi derrubou dois garotos, e Mislayne estava desviando dos ataques do outro, enquanto eu estava trocando golpes com Reus, ele não era muito rápido, mas tinha um golpe pesado, que fazia com que o meu braço doesse, então em um dos golpes dele, desvie, e virei um soco rápido no queixo dele, e para o meu azar, não surgiu efeito, e ele me deu chute na barriga, que fez com que eu caísse no chão, e assim ele veio que nem um touro em minha direção, mas Davi entrou na frente e desferiu o golpe dele, consegui me levantar. Vi meus amigos indo para cima de Reus e fui ajudar, mas antes que eu fosse, ouvi uma voz.
- Danilo... Danilo... Acerte o ponto fraco dele... Acerte nas costas.
-Quem disse isso? – Ninguém respondeu.
Então olhei para a Mislayne, e foi como se ela tivesse entendido o meu plano, distrair ele, para que um acerta-se as costas dele, quanto maior a queda, maior o impacto, foi o que eu pensei. Nisso eu distrai Reus.
-Como vai Senhor Balofo, comeu muito hambúrguer de Harpia hoje? – Disse.
-Como é que é? O que você disse seu inseto?!
-Foi o que você ouviu Senhor Balofo. - Disse o desafiando.
Novamente ele veio em disparada em minha direção, e assim, Mislayne veio correndo ao mesmo tempo atrás dele. Quando ele deu o golpe, desviei, e Mislayne deu uma voadora nas costas dele, e fez com que Reus caísse no barranco de cara, e lá ficou desacordado.
-Isso... Foi Incrível! – Disse Davi – Sincronia perfeita parece que vocês treinavam há bastante tempo.
-Incrível foi você derrubando dois “musculosos” – Disse Mislayne.
-Não sei como fiz aquilo, acho que meus anos jogando na internet fez efeito. – Disse Davi.
-Foi bom, mas agora vamos, antes que eles acordem e mais deles apareçam. – Disse.
Então nós saímos daquele campo aberto em direção à floresta fechada, até encontrarmos Amanda, guardando a bandeira.
-Ainda bem que encontrei você amor – Disse.
-Eu não quero lutar, por isso me deixaram aqui. – Disse Amanda me abraçando.
-Tudo bem, não iremos lutar. – Disse Mislayne.
-Quem disse que não. – Surgiu do meio da floresta Victor com o elmo azul e uma espada em punho. – Eu entrei neste jogo para ganhar, na guerra o meu inimigo é quem está guardando o que eu quero, ou melhor, meu objetivo tem que ser derrotado, independente de quem.
Amanda saiu dos meus braços e se colocou a frente da bandeira.
-Não sairei daqui, mesmo não querendo lutar, meu objetivo de defender e não deixar ninguém pegar está bandeira.
-Então será como quiser. – Disse Victor indo para cima de Amanda, mas o impedi dando uma rasteira nele.
-O quê está fazendo? – Gritou Victor.
-Defendendo minha namorada, olha o que você ia acabar de fazer!– Disse.
Todos ficaram em silencio.
-Correto. – Disse Victor. – Mas como iremos decidir, temos que defender nosso time.
-Estou pensando nisso. - Disse. Mas enquanto pensava, filhos de Apolo apareceram.
-Você está bem filha de Hades?
-Sim, eles não me machucaram. –Disse Amanda.
-Não vamos deixar vocês pegarem a bandeira.
-É o que veremos! – Disse Victor, que parecia um gladiador da Roma antiga, atacando os cinco filhos de Apolo com fúria e ataques rápidos, parecia um filho de Ares com características do Kratos. Ele derrubou quatro filhos de Apolo, mas o quinto era rápido e atacava flechas rápidas, foi uma batalha boa, mas no final Victor estava preste a fazer um belo corte no rosto dele.
-Pare! – Disse Mislayne. – E só um exercício de treinamento, não é uma batalha realmente.
Victor ficou paralisado. E correu para a floresta, tentamos impedir, mas ele não nos ouviu. Agora só restou eu, Mislayne, Davi, Amanda e o filho de Apolo, Gomez era o nome dele. Imediatamente toucaram uma trombeta, era o fim do exercício, claramente o time vermelho ganhou. E quando todos se reunirão, estavam lá, os irmãos Beggins com a bandeira em mão, sorrindo e comemorando a primeira vitória, fiquei feliz por eles.
-Temos um vencedor, Time Vermelho, já são duas vitórias consecutivas. – Disse Thiago.
Mas algo a mais aconteceu, Mislayne foi reclamada, uma Coruja apareceu à cima de sua cabeça. Os filhos de Athena comemoraram levantando sua espadas.
-Parabéns Mislayne, Filha de Athena, e também minha meia irmã. – Disse Thiago sorrindo
-Wow, Athena! Sempre achei ela a mais legal, e eu amo coruja. – Disse Mislayne indo para seus novos irmãos. Só restamos eu e o Davi agora, os não reclamados, mas no almoço daquele dia, só sobrou eu, Davi foi reclamado filho de Poseidon .
Naquela noite, fui até uma arvore que ficava no alto de um morro do acampamento, fui lá para me distrair e tirar o pensamento de ser o único dos meus amigos não reclamados, e aquele lugar tinha uma vista boa para as poucas montanhas que tinha em Campinas.
-Posso me juntar a você. – Disse Chester.
-Claro. – Disse.
-Você está preocupado pelo fato de não ser reclamado?
-Isso, e também tudo isso que está acontecendo, não consegui juntar as peças desse quebra cabeça.
-Entendo. – Chester sentou perto de mim e começou tocar uma flauta. – Aprendi com os Sátiros – Disse ele rindo. Chester era o diretor do Acampamento, mas parecia mais um amigo em que podia confiar.
-Você está aqui há muito tempo?
-Estou aqui desde os 15 anos, nunca mais vi a mundo lá fora, permaneço aqui para cuidar do acampamento.
-Nunca mais viu o mundo, não é meio torturante permanece aqui? – Disse.
-Não, eu amo o que faço. Cuidar de vocês é o meu dever, cuidar deste acampamento. – Disse Chester, voltando a tocar a flauta, fazendo maças caírem da árvore. Percebi que aquele acampamento era um lugar legal para viver, que eu teria pessoas para conviver e cuidar de mim, e comecei a gostar daquele lugar.
 
 
 
 
 
 
 
Fim do Capitulo
Autor da História: Danilo Silva.
Editora da Ortografia: Mayra Bellini.
Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Qua Ago 07, 2013 11:36 am

HOOOU, legal, vo começar ler tudo denovo
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Qua Ago 07, 2013 8:05 pm

Dancrox escreveu:HOOOU, legal, vo começar ler tudo denovo

 Ok  
kkkkkkkkkkkkkk'
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Qua Ago 07, 2013 8:10 pm

Capitulo 3° - Tenho uma Meia Irmã
Spoiler:
Danilo Silva 


 
3° Capitulo


Tenho uma Meia Irma
 




  A conversa com Chester me fez perceber que o Acampamento seria uma boa casa para viver, mas o fato de não ser reclamado ainda me intrigava. Na manhã seguinte, antes de café da manhã, fui me distrair um pouco na Arvore dos Pensamentos, e comecei me recordar como toda essa história começou, o Sr. Brown ser um ciclope, a Harpia me perseguindo, meus amigos serem semideuses, nesta hora me lembrei de algo que a Harpia tinha dito, algo com eu ser filho de Zeus, neste momento corri para a Casa Principal, para falar com Chester sobre isso. Quando entrei, lá estavam Chester, Sr. Brown, Daymon e meu primo em reunião.
-Isso e jeito de entrar. – Disse Daymon
-Desculpe, e que precisava falar algo. – Disse Ofegante.
-Mas precisa ter modos. – Disse Daymon
-Não se preocupe Daymon. – Disse Sr. Brown. – A criança deve ter algo importante a falar, vamos, vamos tomar um vinho.
Eles se retiraram,  ficando eu, Chester e meu primo na sala.
-O que você tem a dizer jovem. – Disse Chester.
-Eu acho que descobri de quem eu sou filho.
-Como assim descobriu. – Disse Thiago. – Você não descobre de quem e filho, você tem que ser reclamado.
-Não, e serio, quando fui atacado na escola pela a Harpia, ele disse algo de eu ser filho de Zeus! – Disse.
-Seria bom você ser filho de Zeus, não temos nenhum aqui no acampamento. – Disse Chester.
-Não de ouvidos ao meu primo Senhor, ele deve estar inventando histórias, deve estar triste por não ser reclamado, venha primo, vamos tomar um refrigerante, eu pago. – Disse Thiago me dando tapinhas nas costas.
-Não estou inventando história, e serio, sou filho de Zeus! – Disse.
-Vamos primo, deixa disso. – Disse Thiago.
-NÃOOO! – Gritei.
E no céu um trovão estrondoso soou, e todos ficaram paralisados olhando para mim.
-Ele... Esta... Dizendo... A verdade. – Disse Chester.
-Parabéns primo... Filho de Zeus. – Disse Thiago com os olhos arregalados olhando para mim. – Zeus... O Senhor dos Céus.
Foi a melhor noticia que havia recebido, finalmente não era excluído, finalmente tinha um chalé, finalmente não teria olhares tortos para mim. Meu primo me levou ao chalé de Zeus, ao entrar no chalé, vi que ainda me sentiria sozinho, eu um chalé frio e escuro, com algumas beliches  e uma pintura de Zeus segurando seu raio mestre, ainda em sentia sozinho, decidi arrumar minha coisas e descansar um pouco, mas ao deitar na cama, tenho uma grande surpresa, na porta havia uma garota baixa, de cabelos castanhos, segurando uma mochila.
-V- Você? – Disse levantando do beliche.
-Wow... Você também  um filho de Zeus?
Ela era Mayra Scarlet, simplesmente a minha amiga mais legal da internet, ela gostava de todas as coisas que eu gostava.
-May... Que demais! – Disse
-Hehe! Eu sei que sou demais!... Esta, só que não. – Disse ela rindo.
-Há quanto tempo você está aqui? – Disse.
-Cheguei agora pouco. Mas que lugar mais baixo astral, vamos dar uma reformada aqui.
-Não sei se podemos fazer isso. – Disse
-Não importa, serei eu que dormirei aqui, então deixarei a cara do meu quarto.
Rimos, e depois conversamos, ela sempre me fazia rir, após dez minutos de conversa, meu primo chamou Mayra para mostrar o acampamento, e novamente fiquei sozinho naquele acampamento, então decidi ir falar com Amanda. Fomos em direção da floresta, para ficarmos a sós um momento.
-Como está sendo para você? – Disse
-Ah... Esta normal... Meio solitário, os meus meios irmãos não conversam muito entre si, e eu percebo que algumas pessoas aqui no acampamento ficam me olhando. – Disse ela com a cabeça baixa.
-Deve ser pelo fato de você ser filha do Hades, ele e o Deus do Mundo Inferior.
-Deve mesmo, mas vamos esquecer um pouco isso.
Entramos mais adentro até chegar àquela velha casa.
-Que casinha legal. – Disse ela.
Dentro dela havia armaduras velhas, coisas empoeiradas, quadros livros. Depois de algum tempo lá, começou a surgir uma fumaça verde.
-O que e isso? – Disse Amanda.
-O Oráculo. – Lembrei-me dos livros do Percy. – Vamos sair daqui.
-Sim.
Saímos correndo daquele local, o que me intrigou foi que pelo fato de sair a fumaça verde, quer dizer que o Oráculo ia anunciar uma profecia, e talvez eu estivesse nela. Quando voltamos já estava quase anoitecendo, quando retornei ao chalé, ele estava incrível, a Mayra havia redecorado o chalé com pôsteres de Animes, alguns enfeites e coisas do tipo.
-Que demais ficou este chalé, nem parece o mesmo. – Disse sorrindo.
-Ainda bem que gostou, perguntei para o Chester se eu poderia fazer isso, ele disse que não sabia dizer ao certo, porque talvez Zeus ficasse bravo. – Disse Mayra.
-Acho que ele não irá dizer nada, contanto que não tampe essa pintura dele.
-Concordo. Disse ela rindo.
-Hum... Vou te levar a um local.
-Onde?
-Venha. – Puxei-a pelo braço.
 -Ok...
Levei-a arvore dos pensamentos, que agora estava linda ao por do sol.
-Que lugar lindo. – Disse Mayra.
-Eu venho aqui para me distrair, e ficara admirando este local, o engraçado que quase ninguém vem para cá.
Enquanto falava, Mayra escrevia algo na arvore com um pequeno canivete que tinha na chave.
-O que está fazendo?
-Já que quase ninguém vem a este local. – Ela terminou de escrever. – Será o nosso local.
E na arvore estava escrito, “Filhos de Zeus”, aquilo me deixou muito alegre, teria com quem contar naquele acampamento, certo que todos do acampamento eu poderia contar, mas naquele momento, vi que teria uma irmã, para contar para todas as horas, e ficamos lá, comendo bolinhos que peguei no pavilhão do refeitório, e vendo o sol se por, até o momento em que a Amanda chegou e viu aquela cena, e saiu correndo para a floresta.
-Amanda, espera! – Gritei.
-Era sua namorada? – Disse Mayra.
-Espero que ainda seja. – Falei indo atrás da Amanda.
Desci correndo atrás dela, mas ouve um imprevisto.
-Onde o senhor pensa que vai Lerman. – Disse Daymon
-Eer... Eu estava indo para o meu chalé.
-Ah... Que bom, descobriu de quem e filho? – Riu Daymon.
-Sim, sou filho de Zeus.
-O-o que? – Gaguejou Daymon. -  Filho de Zeus. – Tentou se recompor.
-Sim. – Disse eu estufando o peito.
-Mas isso não quer dizer que pode ficar perambulando por ai, daqui a pouco ira soar. - Disse Daymon tentando voltar à pose.
-Certo, estou indo.
Teria que deixar minha busca para amanhã, não daria para ir atrás da Amanda naquela noite, não com Daymon na minha cola.
 Foi difícil dormir com Amanda na floresta, em perigo, e a Mayra percebeu que eu estava aflito.
-Você está querendo ir atrás dela? – Disse Mayra no beliche de cima.
-Sim...
-Então vamos. – Disse ela descendo do beliche.
-Mas e se alguém pegar a gente?
-Não vão, todos estão no chalé, ate o Daymon deve estar dormindo a está hora.
-Mas vamos de pijamas?
-Tem algo contra? – Disse Mayra.
-Vamos então.
A caminho da floresta, vimos um movimento na casa principal, luzes estavam ligadas, e algumas sombras.
-O que será que ouve? – Disse.
-Vamos descobrir. – Disse Mayra.
-Mas e se virem à gente. – Disse.
-Vamos ter que ser ninjas, agora vamos. – Disse Mayra.
Chegando mais perto da casa principalmente, dava para ouvir Sr. Daymon falando algo de colocar inspetores rondando o acampamento, e quando olhamos dentro da casa principal, vimos Sr. Chester, Sr. Brown, meu primo e Sr. Daymon andando de um lado para o outro, e no canto da sala, estava Amanda tomando chocolate quente, entrei correndo para abraça-la.
-Amor. – Disse abraçando-a
-Mas o que e isso, que modos são esses, e o que vocês estão fazendo aqui, eu quero explicações! – Gritou Daymon
-Calma Daymon, seus gritos da para ouvir do Tártaro. – Disse Thiago. – Ele só estava preocupado com a namorada.
-Mas isso não e motivo para sair dos chalés. – Disse Daymon.
-Dessa vez deixaremos passar, mas da próxima vez, tomaremos as devidas providencias entendido jovens. – Disse  Chester sentado na poltrona.
-Ok. – Disse.
-Dani... quem me trouxe para cá...... Foi o Victor. – Disse Amanda.
-O Victor, ele está bem? Onde ele está? Temos que ir procurar ele agora! – Disse.
-Agora não, já está muito tarde. – Disse Chester.
-Mas-
-Sem mas.- Disse Daymon. – O Sr. Chester já disse que está tarde, agora vão para os teus respectivos chalés, agora!
-Certo.
Voltamos para o chalé, com a Mayra explicando que só estava conversando comigo para Amanda, ela disse que estava tudo bem, e foi para o chalé de Hades.
Na manhã seguinte, acordei antes do toque, e fui dar uma volta, quando passei perto da entrada do acampamento, lá estava Chester e Thiago e Sr. Brown dentro da van.
-... Tomem cuidado. – Finalizando a conversa disse Chester.
-Aonde vocês vão. – Perguntei.
-Recebemos um chamado do Acampamento meio-sangue. – Disse Thiago sorrindo.
-E Thiago vai como representante do acampamento olimpiano. – Disse Chester.
-Representante do Acampamento Olimpiano. – Disse Thiago estufando o peito e fazendo continência.
-O estranho e que não nos mandaram nenhuma mensagem de Iris, e nenhum acampamento nos contatou. – Disse Chester
-Não deve ser algo importante. –Disse Sr. Brown sorrindo como sempre.
-Agora vamos, por que enquanto o Sr. Brown dirige, eu vou dormir, por que nesta noite eu fiquei espiando as filha de Afrodite no la- quer dizer, fiquei preenchendo umas papeladas. – Disse Thiago.
-Mas não temos papeladas. – Disse Sr. Brown.
-Fica quieto Brown... Vamos logo. – Disse Thiago batendo na careca do Sr. Brown.
Todos riram, e eles foram estrada a fora.
-E você jovem, por que acordado tão cedo?
-Não consegui dormir, estou preocupado com meu amigo.
-Não se preocupe, ele ainda está no acampamento, deve estar só querendo um tempo sozinho, ele deve estar bem. – Assim soou o toque do café da manhã, e Chester e acompanhou até o pavilhão do refeitório.
-Por que já está ai tão cedo. – Disse Mayra.
-Acordei mais cedo. –Disse sorrindo.
Cada semideus tinha a tua mesa, que ficavam com os seus irmãos, mas na nossa mesa ficava eu e Mayra somente, mas mesmo assim era divertido, Mayra me fazia rir muito, e a mesa vinha carregada de comida e doces.
-Você ainda está querendo ir atrás do teu amigo? – Perguntou Mayra
-Sim, muito. – Disse
-Então vamos a procura dele hoje à noite. – Disse Mayra sorrindo
-Missão hoje de noite? – Disse Anna.
-Anna, você não pode sentar aqui nesta mesa. – Disse
-Por que não? – Disse Anna
-Por que essa e a mesa dos filhos de Zeus, não dos filhos de Afrodite. –Disse
-Só por que e filho de Zeus se acha todo importante ruun. – Disse Anna virando para o outro lado.
-Não foi isso que eu quis dizer. – Disse
-Mas foi o que deu para entender. – Disse Mislayne. – Olá, você e a meia irmã do Dan? Prazer, Mislayne Winchester. – Disse sorrindo.
-Prazer... - Disse Mayra sorrindo. – Mayra Scarlet. – e assim elas começaram uma conversa entre elas.
-Gente, se Sr. Daymon pegar vocês aqui, teremos sérios problemas. – Disse.
-Mini reunião na mesa dos filhos de Zeus. – Disse Bruno – Opa! Cup Cake.
-Mais um. – Disse abaixando a cabeça.
-Sobre o quê vocês estão conversando? – Perguntou Mislayne.
-Sobre uma mini missão na floresta para encontrar o teu amigo... Victor correto? – Disse Mayra
-Quem ser essa garota linda. – Disse Bruno
-E a minha irmã, Mayra Scarlet. – Disse
-Prazer. – Disse Mayra
-Prazer e todo meu gracinha. –Disse Bruno.
-Só para deixar claro, não sou fã de filhos de Hermes. – Disse Mayra se afastando dele. Todos riram.
-E o que veremos. – Disse Bruno sorrindo para Mayra.
-Então, que horas será essa missão? – Disse Anna.
-Mais aconselhável irmos a noite. – Disse Mislayne. – Quando todos estiverem dormindo.
-Certo, mas por onde iremos entrar. – Disse Bruno.
-E certo que pela entrada da floresta que não será. – Falou Anna.
-Eu tenho um local em que poderemos ir, depois do toque de recolher, me encontrem na arvore dos pensamentos. – Exclamou Mayra.
-Arvore do que? – Disse Anna.
-Aquela arvore que fica no topo da colina. –Apontei.
-Então, nosso ponto de encontro será lá. – Acrescentou Mayra.
-Certo. – Disse Mislayne
-Que legal primeira missão! – Disse Anna sorrindo.
-Contanto que fique perto da Mayra está ótimo. – Disse Bruno se levantando da mesa.
-Eer... não. – Disse Mayra.
-Péssima ideia, péssima ideia. – Disse.
-Combinado, nos encontraremos lá depois do toque de recolher.  – Acrescentou Mayra.
-Certo. – Novamente disse Mislayne.
-Péssima ideia. Péssima ideia. –Disse novamente, fazendo com que todos rissem. – E acho melhor vocês irem, por que o Sr. Daymon já está vindo para cá.
Todos se separam, mas vi naquele momento que era bom ter amigos por perto.
Antes de irmos para a floresta, foi checar o tal lugar em que íamos entrar escondidos. Chegando lá tive uma grande surpresa:
- Wow... Vai me dizer que também e um meio – sangue? (Meio – sangue e o mesmo que Semideus). – Disse surpreso.
-Sim, sou filho de Hefesto, Deus do fogo e da Forja. – Disse Brendon Schimdt, um amigo.
-Por isso que eu não te encontrava mais por Cotia.
-Faz um ano que eu estou vivendo aqui. – Disse Brendon sorrindo. – Mas o que você faz aqui?
-Err... Vim dar uma volta para conhecer mais o acampamento sabe. – Disse sorridente.
-Hum, sei. Mas e melhor você ir para o teu chalé, daqui a pouco já soaram o som do toque de recolher. – Disse me dando um peteleco.
-Ai... Beleza.
Voltei correndo para o chalé, precisava avisar a Mayra.
-May... May... a nossa passagem secreta não e tão mais secreta assim.
-Como assim? – Mayra disse levantando do beliche.
-A um inspetor lá, meu amigo, Brendon, acho que o Sr. Chester faz questão de não irmos para a floresta.
-Não sei bem se foi o Chester, isso está mais para as atitudes do Sr. Daymon, mas e agora?
 Neste momento tocou o som do toque de recolher, em cinco segundos o acampamento estava em repleto silencio, o som do lago dava pra ser ouvido plenamente.
-Agora no-. – Fui interrompido por uma garota nos chamando.
-Vamos logo... – Sussurrou Anna olhando para os lados caso alguém aparece – se.
-Temos um problema. – Disse.
-Qual e o dessa vez? – Disse Mislayne.
-Tem um inspetor na nossa passagem secreta para a floresta, e o Brendon.
-Legal, faz tempo que eu não vejo o Brendon. – Disse Bruno aparecendo de trás das duas comendo salgadinho.
-E agora? – Questionou Mislayne.
-Você não e Filha de Afrodite Anna? –Disse Mayra.
-Sim. – Falou Anna com cara de espanto.
-Isso e bom, podemos usar o seu poder do Charme para tentarmos distrair o Brendon. – Disse Mayra sorrindo.
-Como assim Charme? E por que eu, por que não pode ser a Mys?
-E que o Charme um poder somente das Filhas de Afrodite. – Disse Mayra tentando acalmar Anna.
-Esse poder faz com que o inimigo ou pessoa no caso, fique hipnotizada,  dando vantagem na luta ou algo do tipo. – Acrescentei. – E acho que já temos que ir. O Sr. Daymon já está vindo fazer a sua inspeção para ver se todos estão no chalé.
-Mas nos vamos estar fora dos chalés. - Questionou Bruno.
-Me dê esse salgadinho, fará muito barulho. – Disse Mislayne tomando o salgadinho de Bruno.
-Ele não entra nos chalés, não tem esse costume. – Disse Mayra. – então vamos preparada Anna?
-Não... – Respondeu Anna.
-Meus salgadinhos. – Disse Bruno, o triste.
A passagem secreta ficava ao lado esquerdo da arvore olhando dos chalés, tinha que subir a colina, e descer sentido noroeste da arvore. Chegando lá, já fomos barrados.
-Wow... Já era pra vocês estarem nos chalés! – disse Brendon levantando sua espada.
-Agora e sua hora de agir...  – Sussurrou Mayra para Anna.
 Ana respirou e foi adiante ao encontro de Brendon.
-Oi Brendon, quanto tempo. – Disse Anna mexendo em seus cabelos, confesso que até eu estava ficando atraído por ela.
-Eer... Anna. E você? – Disse Brendon piscando os olhos.
-Sim, sou eu, já estava com saudades de você. – Disse Anna andando em volta dele com uma voz doce e angelical.
-Verdade?
-Sim – Anna já estava abrindo passagem para-nos. – Você está tão bonito.
-Serio? – Perguntou Brendon hipnotizado.
-Sim... – Já estávamos na entrada da floresta. – Agora eu tenho que ir, foi bom te ver. – Disse Anna dando um beijo no rosto de Brendon.
 Quando Anna se virou, Brendon segurou no braço dela.
-Aonde vocês pensam que vão?
-Agora ferrou.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fim do Capitulo
Autor da História: Danilo Silva.
Editora da Ortografia: Mayra Bellini.
Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Qua Ago 14, 2013 9:41 pm

Capitulo 4 - A Profecia Foi Recitada
 
:
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Danilo Silva 




 
4° Capitulo




A Profecia foi recitada.




 
Todos ficaram paralisados, o Charme de Anna não havia funcionado em Brendon.
-Como assim? – Disse Anna tentando manter o Charme.
-Este truque já foi muito usado pelas filhas de Afrodite contra nos, inspetores, você não foi a primeira a usar este truque. – Disse Brendon.
-Devia ter pensando nisso. – Disse Mayra frustrada.
-Brendon, você não pode deixar nos passarmos? – Disse Mislayne.
-Não posso. – Disse ele
-Droga. – Falei
-Mas deixarei vocês irem, se prometerem retornar antes do amanhecer, e também não deixar ninguém descobrir. – Disse Brendon.
-Serio? – Exclamei. – Muito obrigado Brendon!
-Retornaremos antes do amanhecer. – Acrescentou Mayra.
-Certo! Todo mundo feliz, agora vão antes que o Sr. Zangado venha.
-Sr. Zangado? – Disse Mislayne.
-Sr. Daymon. – Disse, todos riram.
-Não se preocupe com ele. – Disse Bruno. – Ele ficará bem alegre está noite.
-Como assim? – Perguntou Brendon.
-Eu e o meu irmão colocamos um pó especial no café dele. – Disse ele gargalhando.
-Certo! Agora vão! –Disse Brendon.
Assim fomos floresta adentro que de noite era bem sinistra, caso digo sinistra, era pelo fato de parecer que sempre estávamos sendo observados, mas não pelas ninfas e sátiros, e sim por monstros.
-Sinistro. – Disse Bruno. – Agora pode me devolver o meu salgadinho? – Apontando para Mislayne.
-Toma. – Disse Mislayne revirando os olhos.
-Oba... Amo doritos!  - Disse Bruno enfiando salgadinho goela abaixo.
-Temos que nos dividir a floresta e muito grande, vamos nos dividir para achar o Victor. – Disse Mayra.
-Ficando ao teu lado está ótimo. – Disse Bruno abraçando Mayra.
Rapidamente Mayra disse.
-Eu e o meu irmão iremos para o lado Leste, e vocês três vão para o lado Oeste da floresta.
-Experta você. – Disse Anna piscando para Mayra.
-O que foi? Só quero ficar do lado do meu maninho. – Disse Mayra me abraçando.
-Seiiii. – Disse Mislayne rindo
Então nos separamos, eu e Mayra, Anna, Mislayne e Bruno, mesmo Bruno não querendo ir. Algo que esquecemos foi o fato de não temos pegado alguma arma, mesmo sendo o Acampamento, algo poderia estar naquela floresta, esperei que nada saísse de trás de alguma arvore e nos atacassem como os filhos de Ares.
-Está floresta e muito sinistra, sinto que a qualquer momento um filho de Ares pulará e me atacará. – Disse.
-Acho que você tem algum trauma com os filhos de Ares. – Sorriu Mayra.
-Eeer... Você tem algum plano?
-Não. – Riu Mayra. – Mas o objetivo principal e achar teu amigo então simplesmente iremos ir a procura dele, vasculhando a floresta.
-Entendo.
  Quando vemos um clarão a nossa direita que nos chamou a atenção, juntos fomos ver o que era e pra nossa surpresa não era Victor, e sim Amanda.
-Amor, o que está fazendo aqui? – Disse.
-Amor, estou indo para o Mundo Inferior viver com meu pai.
-Mas... Mas por quê?
-Ele me ofereceu abrigo, eu não vivi muito tempo com ele, e também não quero mais viver em um lugar em que todos me olham de cara feia. – Falou Amanda.
-Mas e nós?
-Passei momentos maravilhosos ao vosso lado, mas eu fiz uma escolha, e também nossos pais não aceitariam o nosso namoro.
-Mas... Mas. – Não conseguia falar, estava terminando meu namoro naquele exato momento.
-Adeus... – Ela em da um beijo no rosto, e se vai numa mini caverna que ele mesmo fez, e sumiu em uma escuridão.
-Você está bem? – Disse Mayra.
-Vamos, temos que ir atrás do Victor. – Enxugando algumas lagrimas.
-Certo. – Falou Mayra com uma expressão triste, sabendo que eu estava mal.
 Ficamos mais ou menos umas 2 horas andando de um lado pra outra, desviando de galhos, escapando de buracos e outras coisas que deixava aquela floresta perigosa, até que nos deparamos com três sombras.
-Espere. – Me impediu Mayra de avançar.
-Wow... Tem alguém ali.
-Eu sei, o quê faremos? Estamos sem armas.
-Vamos ter que usar os punhos. – Falei serrando os punhos.
-E claro, o quê a floresta nos oferecer. – Disse Mayra pegando algumas pedras e um galho.
 Avançamos cada um de um lado, de modo em que secarmos as sombras suspeitas.
 -Acabou meu salgadinho. – Disse uma das sombras.
-Agora! – Gritou Mayra.
-Aaaaaah! – Gritou Anna.
-Espera, são vocês? – Disse.
-Wow... Pera ai gata. – Disse Bruno segurando o galho que Mayra quase enfiou nas costas dele.
-Acho que vocês vieram prontos para uma batalha. – Riu Mislayne.
-Enfim, algum sinal do teu amigo? – Disse Mayra.
-Nenhum. Já estou exausta. – Disse Anna.
-Vamos... Temos que continuar a procura. – Falei, e quando me virei para seguir, fui pego por uma armadilha, fiquei pendurado de ponta cabeça por uma corda. – Woooooow! O que e isso?
-Haha! Você foi pego por uma armadilha tão infantil. – Falou Mayra.
-Espera. – Interrompeu Mislayne. – Isso pode ser um sinal, que diz que o Victor está próximo, e está usando essas armadilhas para se proteger.
-Então vamos. – Disse Bruno.
-Mas me tirem daqui primeiro! – Gritei, todos riram.
 Mas algumas horas andando, quando nos deparamos com a casa do Oráculo.
-Que casa e essa? – Perguntou Bruno
-Eu acho que o Oráculo vive ai... Quando estava dando uma volta com a Ama-... – Naquela hora o nome dela ficou preso em minha garganta. – Enfim, eu acho que aqui e onde o Oráculo vive.
-Mas será que podemos entrar sem a permissão de ninguém? – Disse Anna.
-Acho melhor não, o Oráculo e só deve ser “visitado” no caso de uma profecia. – Afirmou Mayra
 Saímos daquele lugar, e a ideia de estar na profecia ainda me intrigava, será que estaria na profecia? Será que era algo ruim? Ficaria com essa duvida por algum tempo, o nosso foco era a busca pelo Victor, que já estava sendo cansativa, andar por umas 4 horas pela floresta não era algo agradável, e principalmente foi difícil quando os bolinhos acabaram já estávamos quase desistindo, quando Bruno viu algo, uma fogueira acesa.
-Eu acho que ele está lá. – Apontou Mislayne.
-Ele quem? – Perguntou Bruno.
-Victor seu besta. – Disse Anna batendo na cabeça de Bruno.
-Ai... Só fiz uma pergunta. – Falou Bruno coçando a cabeça.
 Chegando mais perto, vimos que realmente era Victor, comendo algumas frutas. Corri ao encontro dele, mas antes que chegasse perto, fui pego novamente pela mesma armadilha infantil, e fez com que Victor nos reparasse e viesse ao nosso encontro, mas não para uma conversa, e sim para atacar com a espada do dia da casa a bandeira.
-Wow cara, espera, sou eu.
Quando pensei que ele ia me fatiar em dois, ele cortou as cordas que  segurava a armadilha, fazendo eu despencar no chão.
-O quê vocês estão fazendo aqui? – Exclamou Victor.
-Viemos atrás de você... Ai... – Falei coçando a cabeça. – Estávamos preocupados com você.
-Eu sei me cuidar bem. – Falou Victor.
-Mas por que você está se isolando. – disse Mislayne.
-Depois daquele acontecimento na caça a bandeira, vi que poderia machucar meus amigos, naquele momento eu agi mais pelo impulso do que pela razão, então decidi me isolar e esfriar um pouco as minhas ideias. – Disse Victor com a cabeça baixa.
-Mas vamos voltar para o Acampamento, lá e um bom lugar para você ficar, e não essa floresta tenebrosa. – Falei.
-Não sei, estou meio atordoad-...
-Fale com o Sr. Chester, ele saberá o que te falar. – Interrompeu Mayra.
  Os olhos de Victor brilharam ao ver Mayra, então finalmente ele soltou um sorriso e voltou para pegar o elmo.
-Vamos. – Sorriu Victor. – Obrigado.
 Voltando para o Acampamento, passamos pela a casa do Oráculo, e Mislayne com muita curiosidade entrou, tentei impedi - la, mas  não tive sucesso. Entrou eu, Mayra, Victor e Mislayne na frente.
-Que casinha maneira essa. – Disse Mislayne.
-Deveríamos estar aqui? – Falou Victor.
-Eu acho que não. – Disse.
  Uma fumaça verde começou o subir novamente, mas envolvendo Mislayne, e do fundo da casa, em um canto escuro, o Oráculo veio ao nosso encontro, era uma garota que na verdade, devia ter uns 15 anos, e dos teus olhos e boca saiam uma luz verde, e com uma voz tenebrosa e grave, uma mistura de voz da garota com uma voz de uma velha, ela recitou uma profecia.






"Oito semideuses, uma missão.
Nem todos unidos, em busca do irmão
Na selva densa, um perecerá,
Em troca da vida, outro morrerá.
Das águas, a salvação,
Nem todos voltarão.
A escolha da sabedoria decidirá,
Em que rumo a missão seguirá"


 
 Então a garota caiu e desmaiou nos pés de Mislayne, que ficou paralisada, na verdade todos ficaram a profecia não foi recitada para mim, e sim para Mislayne, mas eu poderia estar relacionado nessa profecia, Oito semideuses iam a uma missão, eu poderia estar entre esses oitos, peguei a garota no colo e corremos todos para a Casa Principal. Novamente quando entramos lá estava Daymon e Chester.
-Novamente direi isso são modos? E que garota e ess- Daymon paralisou na hora.
-Essa e o Oráculo. – Disse Sr. Chester levantando da poltrona
-Onde vocês a acharam? – Disse Sr. Daymon se aproximando
-A achamos naquela cabana velha na floresta. – Falou Mislayne.
-Eu não via esse Oráculo há anos, ela recitou alguma profecia? – Disse Sr. Chester espantado.
-Ela disse o seguinte... “Oito semideuses, uma missão, nem todos unidos, em busca do irmão, na selva densa, um perecerá, em troca da vida, outro morrerá, das águas a salvação, nem todos voltarão, a escolha da sabedoria decidirá, qual rumo à missão seguirá” – Falou Mayra.
-Ela recitou para você jovem filha de Zeus. – Sr. Chester ainda estava olhando friamente para o Oráculo.
-Não... Ela recitou a mim senhor. – Falou Mislayne saindo de trás de todos.
-Esse Oráculo não recitava uma profecia há anos, essa profecia não pode ser simplesmente esquecida e abafada como a anterior. – Exclamou Daymon.
-Como assim abafada como a anterior... – Disse
-Há cinco anos, esse Oráculo recitou uma profecia a três jovens, um filho de Poseidon, Erlan Strider, uma filha de Afrodite, Britney Hardt e um filho de Hefesto, Carlos Hernandez, eles receberam uma profecia do Oráculo, uma profecia um quanto tanto confuso, então eles seguiram em missão, em busca de uma chave, uma chave que traria algo bom para o Acampamento, e também disse algo sobre um filho de Zeus, mas, infelizmente, não temos mais noticias sobre esses três jovens, e consideramos como mortos, e após isso, o Oráculo não recitou nenhuma profecia, e agora vive naquela casa velha. – Contou Sr. Chester a goles de café e com a mesma expressão fria ao contar aquela história, como Percy Jackson nos disse a vida de um semideus não e algo fácil, parece ser legal, mas a sofrimento muitas vezes, e agora entendi o que ele se referia.
-Mas vocês não mandaram alguma busca ou algo do tipo até eles? – Comentou Anna.
-Não sabíamos onde eles estavam, e muito arriscado mandar buscas. – Disse Sr. Daymon.
-Mas e esse Oráculo, ela parece ter apenas 15 anos. – Disse olhando para o Oráculo, ela parecia com uma prima que tinha, isso me fez ter um aperto no coração, me lembrei do Oráculo que tinha no Acampamento Meio Sangue.
-Ela era parecida com a Rachel do Acampamento Meio Sangue, um Oráculo que vivia normalmente, só que após aquela profecia, ela nunca mais foi à mesma, não sei por qual razão. – Disse Chester. – Mas o que vocês estavam fazendo essa hora na floresta?
  Então do meio de todos, sai Victor um pouco envergonhado.
-Foi por minha causa Sr. Diretor. – Disse levantando a mão Victor.
-Então que saber que o senhor esquentadinho resolveu voltar. – Falou Daymon. – Você tomará as devidas punições.
-Calma Daymon, eu tenho certeza que ele tem motivos para fazer isso, amanhã cedo teremos uma conversa jovem. – Disse Sr. Chester
-Certo Sr. Diretor, muito obrigado.
-Agora, todos vão para os teus respectivos chalés, agora! – Exclamou Sr. Chester.
-Vamos agora jovens, agora. – Apontou Daymon para a porta.
  Todos nós saímos, mesmo com Bruno protestando, por não querer receber ordens do Daymon, nos retiramos, e voltamos comemorando a volta de Victor, mas mesmo assim, a expressão na face de todos era a mesma, de angustia e medo.
 Tentei dormir com todas as coisas que tinham me acontecido, tudo me intrigava a profecia, a antiga profecia, ela se referia a um filho de Zeus, e também a uma chave, a chave que o Sr. Brown tinha me entregado, mas por que ele não falou sobre ela? Decidi tentar não pensar mais nas profecias, mas outros assuntos me intrigavam o caso da Amanda ter ido viver com Hades, eu ainda gostava dela, mas também tentava esquece – lá, finalmente peguei no sono.
 No sonho, meu pai conversou comigo, mesmo que breve.
-Filho, tome cuidado com o caminho que você tomará. – A Voz dele era como um trovão rasgando o céu, e a intensidade com que ele falava comigo, me arrepiava, e ele emanava um brilho próprio, como se um raio estivesse cortando o céu.
-Me ajude pai, estou com medo, medo de perder meus amigos.
-Filho, você irá nessa missão, e protegerá seus amigos, lembre – se, sempre escute os seus amigos, não tome decisões precipitadas, seus amigos sempre estarão ao teu lado.
-Mas pai... – O sonho começou a se desmanchar. – Pai...          PAI!
 Acordei novamente no meio da noite, com a Mayra pulando da cama para ver.
-Dan... Dan... O que houve você sonhou com o nosso pai?
-Sim... E eu preciso ir naquela missão.
-Eu também irei não me separarei de você. – Disse Mayra me abraçando.
-Mas... Dois filhos de Zeus indo a uma única missão?
-Não me importo com essas regras.
-Certo... Agora tentarei dormir novamente.
-Certo... Boa noite maninho. – Disse Mayra sorrindo.
-Boa noite maninha. – Voltei a dormir.
  Tivemos uma reunião logo cedo no dia seguinte, Sr. Daymon veio chamar todos em cada chalé, e também chamou Brendon, Sarah Edwards, ela era uma das conselheiras do Acampamento, era filha de Athena, tinha uns 19 anos, era muito bonita por sinal, tinha cabelos lisos e longos, enrolados nas pontas, tinha a pele branca, e olhos cinza como de Mislayne, e também havia Harry Johnson, ele veio dos Estados Unidos, do Acampamento Meio-Sangue, ele também era um conselheiro, quase do mesmo nível que o do Daymon, a diferença e que ele tinha 17 anos, um garoto ruivo de pele pálida, que usava um boné azul e jaqueta preta, tinha cara de bravo, era filho de Ares, mas disseram que ele era um cara legal, assim esperava. Estávamos todos reunidos em uma mesa na casa principal.
-Então podemos começar a reunião? – Perguntou Chester.
-Espere Sr. Bruno e Fernando ainda estão vindo. – Disse Mislayne.
 Esperamos mais ou menos 15 minutos até eles chegarem, Bruno estava comendo salgadinhos, enquanto Fernando estava como cabelo bagunçado, ainda de pijamas e comendo pão com presunto.
-Isso e jeito de virem para a reunião? De pijamas? – Disse Harry com um português meio enrolado, como de alguns turistas que vão passar as férias no Guarujá.
-Nós desculp-... Ei! Mas quem e você afinal? – Falou Fernando encarando Harry.
-Me chamo Harry Johnson, vim do Acampamento Meio-Sangue para ser conselheiro desse acampamento, sou filho de Ares. – Disse Harry se levantando e indo em direção a Fernando. – Entendeu filho de Hermes?
-Sim, compreendi. – Disse Fernando rindo.
-Agora vamos começar a reunião, todos se sentem, nosso primeiro assunto a tratar e sobre a profecia, ela diz que oito semideuses irão nessa missão. – Disse Sr. Chester.
-No caso, Mislayne deveria escolher esses oitos para irem com ela nessa missão. – Disse Sarah.
-Mas oitos semideuses indo todos juntos, isso não e muito? – Falou Daymon
-Mas essa tal profecia diz isso, não podemos ir contra. – Disse Harry.
-Cert-... – Neste momento Sr. Chester foi interrompido por uma mensagem de Íris.
 Mensagem de Íris e forma de comunicação entre os deuses, semideuses e humanos, basta você jogar um Dracma (dinheiro dos Deuses) em um arco-íris, e dizer a seguinte frase: “Ó deusa, aceite minha oferenda, me mostre” em seguida diz o nome da pessoa e o local.
 Nossa reunião foi interrompida por uma mensagem de Íris, e nela estava Sr. Brown, seriamente ferido e em um tipo de caverna, mas cercado por folhas e plantas.
-Chester! Chester . – Disse Sr. Brown com dificuldade para respirar e ofegante, sua cabeça estava sangrando. – Está em ouvindo e vendo?
-Sim, o que aconteceu contigo amigo? – Falou Sr. Chester todo desesperado.
-Fomos enganados, não fomos chamados pelo acampamento, Thiago foi sequestrado.
-Meu primo, como ele está? – Falei.
-Precisamos de ajuda, estamos em perigo, eu... eu... – A mensagem começou a se dissipar.
-Brown! Brown! – Gritou Sr. Chester.
 A mensagem sumiu no ar, e assim restamos novamente só nós na sala.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fim do Capitulo
Autor da História: Danilo Silva.
Editora da Ortografia: Mayra Bellini.
Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Qua Ago 14, 2013 9:43 pm

Capitulo novo para vocês lerem, sinto que o FeedBack das historias não ta sendo muito bom  
Acho que e a historia nada empolgante Sad 
Ou minha escrita ruim Crying or Very sad 
Enfim, espero que continuem lendo e acompanhando, abraços e beijos... Dan 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Matheus Athayde em Qui Ago 15, 2013 11:11 am

Rideki-sama escreveu:Capitulo novo para vocês lerem, sinto que o FeedBack das historias não ta sendo muito bom  
Acho que e a historia nada empolgante Sad 
Ou minha escrita ruim Crying or Very sad 
Enfim, espero que continuem lendo e acompanhando, abraços e beijos... Dan 
calma , precisa chorar naum !! ta bem legal cara !! geek  continuar heeeeey !!!!1
Admiro sua disposição , pois , eu nao teria paciencia pra ficar escrevendo !! rsrsrsrsr!! meu negocio é desenhar HAAHAHAHAHA, 
mas tá legal cara continua que eu vou acompanhar rey rey !
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Qui Ago 15, 2013 12:21 pm

Matheus Athayde escreveu:
Rideki-sama escreveu:Capitulo novo para vocês lerem, sinto que o FeedBack das historias não ta sendo muito bom  
Acho que e a historia nada empolgante Sad 
Ou minha escrita ruim Crying or Very sad 
Enfim, espero que continuem lendo e acompanhando, abraços e beijos... Dan 
calma , precisa chorar naum !! ta bem legal cara !! geek  continuar heeeeey !!!!1
Admiro sua disposição , pois , eu nao teria paciencia pra ficar escrevendo !! rsrsrsrsr!! meu negocio é desenhar HAAHAHAHAHA, 
mas tá legal cara continua que eu vou acompanhar rey rey !
 Vlw mesmo cara  
Senti que o povo não tava gostando muito What a Face 
Eu amo escrever, e muito legal
pode deixa, vou postar os novos capitulos logo logo geek
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Sab Ago 17, 2013 8:41 pm

Muito bom em Filho de Zeus, cara, agora que reli percebi que tem a Britney ai no meio KKKKKKKK, muito bom cara, por isso que é bom reler, tem coisas que eu nem percebi .
 Continua a postar os capitulos ae Fera !
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Sex Ago 23, 2013 5:49 pm

Capitulo 5° - Victor come Três Hamburgueres
:
5° Capitulo
Victor come tres hamburgueres.




 
A mensagem do Senhor Brown intrigou a todos, a expressão do Senhor Chester era de pura aflição, dava para ver que ele queria sair agora do acampamento.
-Senhor Chester, o que faremos? – Disse Harry.
-Temos que fazer essa reunião agora, e rápido, vamos, decida Mislayne, quem irá com você? – Disse Chester
-Mas... - Disse Mislayne assustada.
-Mas Chester, a Mislayne terá que escolher três pessoas para ir com ela, por que isso já e uma tradição, ir três semideuses em todas as missões. – Disse Senhor Daymon.
-Isso e verdade, ela terá que escolher somente três para irem com ela. – Disse Sarah.
-Eu preciso ir, tenho que ira trás do meu primo. – Disse
-Eu serei de grande ajuda, já que sou bom em batalha. – Acrescentou Victor.
-Mas meu poder do Charme pode ajudar, eu preciso ir. – Levantou a mão dizendo Anna.
-Se decidiu jovem? – Disse Senhor Chester.
-Sim, irão comigo Mayra e Victor. – Falou decidida Mislayne.
-Mas o quê? – Falei. – Não Mys, preciso ir, preciso ir atrás do meu primo, eu posso ajudar.
-Mas você também irá comigo, você irá me ajudar.
-Isso nunca, dois filho do Senhor Zeus em uma única missão, isso não pode. – Disse Daymon.
-Mas a profecia diz que são oitos semideuses, e falta mais quatro. – Disse Sarah.
-Estamos aqui, todos, eu. – Falou Anna. – Mislayne, Victor, Mayra, Danilo, Fernando, Bruno e Davi, os oitos, mais iremos eu, Bruno e Fernando mais Davi em busca dos três semideuses da outra profecia.
-Mas isso não será permitido garota. – Disse Daymon.
-Mas pensando bem, ela tem razão. – Disse Sarah.
-Tenho? – Falou Anna.
-Sim, Erlan e um jovem muito habilidoso do nosso acampamento, ele ganhava varias partidas da casa a bandeira, e na profecia tem o seguinte trecho, “Das águas a salvação”, ele pode ajudar em algo.
-Certo, então será o seguinte, vocês quatro que iram com a filha de Afrodite irá para o litoral, a uma grande chance de o Erlan estar lá. Falou Sr. Daymon.
-E vocês que irão com a filha de Athena iram para onde? – Disse Brendon que até não tinha dito nada, pelo fato de estar com medo de levar uma bronca do Sr. Daymon
- Vamos à busca do Sr. Brown. – Falou Mislayne. – Pela paisagem de fundo que vimos na mensagem, ele deve estar em alguma floresta.
- Será que ele está na floresta amazônica? – Não queria que dissessem sim.
- E bem provável, eles iam sentido aos Estados Unidos, Sr. Brown seguiria por aquele caminho por que a uma passagem lá para perto do Acampamento Meio – Sangue. – Disse Harry.
- Então já está tudo decidido, a equipe de Afrodite irá sentido litoral, em busca do filho de Poseidon, e a equipe Athena irá sentido a floresta Amazônica. – Disse Daymon.
- Jovens, arrumem as suas coisas na mochila, vocês partiram daqui 20 minutos. – Sr. Chester ainda estava com expressão aflita e continuo. – Por favor, tragam o Brown e o Thiago são e salvos.
- Eu prometo que os trarei de volta. – Sr. Chester precisava ouvir uma palavra de confiança.
 Todos foram para seus chalés arrumarem as mochilas, Mayra me ajudou com o que levar, mas as mãos delas tremiam como as minhas, ir a uma missão, sem a certeza de voltar, poderíamos ser mortos por algum mostro durante a missão.
- Sempre estarei ao seu lado maninho. – Pegando a minha mão forte, Mayra disse sorrindo.
- Fico feliz. – Disse sorrindo.
 Fui até a arvore dos pensamentos dar uma ultima olhada, me sentei  para admirar a paisagem, mas tive uma visita inesperada.
- Esse lugar e realmente lindo, por que nunca me mostrou ele. – Falou Mislayne com a mochila pronta, a camiseta verde do acampamento, uma tiara no cabelo.
- Esse lugar e meio que meu e da Mayra.
- Então vou embora se quiser.
- Não, fique, gosto da sua companhia. – As bochechas dela coraram, igualmente a minha.
- Você está pronto para essa missão. - Ela ficava realmente linda olhando para o horizonte, e o sol acariciando o rosto dela fazia parecer que ela estava iluminada. – Você está me ouvindo?
- Ahn? Ah, sim! – Disse rindo, mas em seguida meu rosto se fechou. – Estou com medo, medo de não voltar, mas ao mesmo tempo preciso ir, preciso a em busca do meu primo, em busca do Sr. Brown.
- Eu estou com medo de ter tomada a decisão errada. – Seu olhar se voltou para o chão, seu rosto estava triste.
  Peguei a sua mão em seguida fiz com que seu rosto se voltasse para mim.
- Estarei sempre ao teu lado, para ajudar e te proteger.
 Nossos olhares se encontraram, seu rosto estava vermelho.
-Vamos?! – Gritou Victor. – Opa! Acho que estraguei algo.
-Não, já estávamos voltando. – Disse.
  Voltei ao chalé para pegar minhas coisas, mas antes de irmos para a entrada do Acampamento Sr. Chester me chamou.
-Tome cuidado jovem, existem muitos perigos para onde vocês vão ir, preferiria que vocês fossem à busca de Erlan, mas a decisão já foi tomada, boa sorte jovem.
-Muito obrigado Senhor.
 Fui ao encontro da minha “equipe”, mas percebi que não tinha arma alguma, Victor estava armado com duas laminas medias, Mislayne tinha uma adaga, e Mayra tinha uma espada, mas eu não tinha arma alguma, mas então algo me fez abrir a bolsa, e pegar a chave que o Senhor Brown tinha me dado.
-O quê e isso? – Disse Victor.
-E o que vamos descobrir. – Peguei a chave e fiz com que fosse abrir uma porta só que no ar, então a chave se transformou em uma espada de bronze, que se encaixou exatamente na minha mão, não era pesada demais nem leve demais, era exatamente como Percy descrevia a Contra Corrente. (espada do Percy Jackson que em grego se chama Anaklusmos, no livro Percy tem uma caneta magica que ao tirar a tampa, se transforma em uma caneta de bronze celestial, que se encaixava perfeitamente em sua mão.) – Wow. – Falei espantado.
-Que legal você ganhou um presente de Zeus. – Percebeu Victor.
-Como assim.
-Olha o raio estampado no guarda chuva da espada.
-Mas por que só você que ganha presente. – Falou Mayra fazendo bico.
-Eu não tenho culpa. – Sorri. E fiz com a espada o mesmo movimento que fiz com a chave, e a espada se transformou em chave novamente.
-Cara, isso foi demais. – Victor estava com um sorriso de orelha a orelha.
-Então e isso, nos vemos na volta. – Disse Mislayne para o grupo Afrodite.
-Até. – Acenou para nós Anna.
-Antes de nos irmos, voltaremos todos para este ponto, a entrada do acampamento, todos nós voltaremos juntos, e prometam sempre estarem unidos! – Falei olhando atentamente a todos.
-Pode deixar. – Falou Davi, Bruno e Fernando acenaram.
 Então, cada grupo foi para o seu lado, grupo Afrodite para a direita, e grupo Athena para a esquerda. Nós não tínhamos nenhuma pista de como iriamos para a floresta Amazônica, e nem como íamos achar o Sr. Brown, era quase uma missão suicida.
-Por onde começamos? – Exclamei.
-Temos que ir até a floresta amazônica, isso e um fato, mas como iremos, pegaremos um avião? – Disse Mislayne.
-Isso seria interessante, dois filhos de Zeus, o ar e um lugar bom para nós. – Falou Mayra.
-Mas a onde fica o aeroporto de Campinas? – Acrescentou Victor.
-Aeroporto Internacional de Viracopos. – Falou Mayra.
-E longe? – Exclamei.
-De onde estamos... Sim. – Mayra riu.
-Então vamos andando até pegarmos um ônibus ou algo do tipo, Mayra será nossa guia. – Falou a líder do grupo, Mislayne.
-Mas no caminho vamos passar em uma lanchonete! – Victor passava a mão na barriga, era bom ver que meu amigo estava com o seu senso de humor de volta.
  Quando estávamos na van, não vi o quanto aquela estrada para a entrada do acampamento e longa, uma hora andando até chegar à avenida onde passava vários carros, o estranho e que ninguém olhava para a entrada da estrada que dava acesso ao acampamento, e nem as pessoas que passavam perto, quando “entramos” na avenida, um jovem se assustou com a gente, ele não desviou nem nada, simplesmente levou um susto e foi olhando rapidamente para trás com cara de assustado.
-Que estranho, ele não viu a gente? – Disse Mislayne.
-Acho que a estrada está encantada, os mortais não conseguem vê – lá, aposto que se tivéssemos um celular com GPS, a estrada não estaria no radar. – Mayra entendia muito de mitologia.
-Vejamos no meu celular. – Falou Victor.
-Me dê isso. – Mayra pegou o celular de Victor e arremessou na avenida, fazendo com que os carros passassem por cima dele.
-Ei! Você e maluca ou algo assim? – Gritou Victor.
-Seu “Poser” * de Percy Jackson, não se lembra que nos livros Annabeth deixava bem claro que não pode usar os celulares? Ele e um rastreador para os monstros. – Falou Mayra.
-Não sou “poser”, só não li todos os livros ainda. – Victor disse fazendo cara de bravo.
-Enfim, precisamos pegar um ônibus. – Falou Mislayne.
-O ponto e um pouco longe daqui, vamos andar mais alguns minutos até chegar. – Falou Mayra.
-Ah não. – Disse Victor. – Vamos comer algo, estou com fome. – E como um cão farejador, ele avistou uma lanchonete a poucos quilômetros de nós. – Ali, vamos lá comer alguns hambúrgueres.
 Saiu saltitando até a lanchonete.
 Victor fez o pedido de todos, aguardamos na mesa.
-Você tem um bom olfato. – Disse Mislayne.
-Só se for para comida. – Disse, fazendo todos rirem.
-Claro sem comida não conseguiria lutar. – Falou estufando o peito.
  Nesta hora um homem com um capuz entrou na loja, seguido por uma mulher desviando da garçonete trazendo hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes.
-Isso é muito bom! – Victor já atacava as batatinhas, parecia que ele não tinha comido há dias, pensei se ele sobreviveria à missão.
-Vamos comer um pouco rápido, não podemos perder tempo. – Falou Mislayne.
-Certo. – Disse.
 Eu não conseguia parar de olhar para o homem de capuz, ele usava um chapéu, e olhava rapidamente para a nossa mesa. Terminamos de comer e deixamos o dinheiro em cima da mesa, saímos em direção do ponto de ônibus.
-Será que o ônibus irá demorar muito? – Victor estava de barriga estufada, isso e resultado de batatas e três hambúrgueres.
-Não sei essa região e um pouco nova para mim, vamos tomar o ônibus que vá até Ponte Preta, depois disso será fácil ir até o aeroporto. – Falou Mayra, nesta hora o homem de capuz e a mulher saíram da loja vinda em nossa direção, já estava com a mão em minha chave.
-Mas não temos dinheiro para o ônibus! – Lembro Mislayne.
-Eu peguei dinheiro com Sr. Daymon, na verdade ele veio pessoalmente para me dar, o que foi realmente estranho.  – Falou Victor.
-Mas e quando formos pegar o avião? – Disse.
-Eu conheço um cara. – Mayra falou sorrindo, naquele momento nem tinha percebi, mas o homem de capuz e a mulher estavam atrás da gente.
-O quê alguns jovens estão fazendo sozinho neste lugar deserto? – Homem de capuz ficou bem perto de Mayra, Victor o encarava com fogo nos olhos, a mulher ficava nos rondando.
-Não devemos explicações a vocês, e quem são vocês para fazer perguntas a nós? – Falou Mislayne, Victor já estava abrindo a bolsa, parece que ele também percebeu que eles dois eram suspeitos.
-Chefe ficará orgulhoso irmão, quatro semideuses. – Disse a mulher que soltava fogo pelas narinas.
  Naquele momento eu já tinha transformado minha chave em espada, Victor tinha tirado as duas espadas da bolsa, e ficou em posição de ataque, Mayra tinha feito o mesmo. Então os irmãos se transformaram em uma Quimera, um hibrida de leão, com cabra e serpente, a cabeça era de leão, mais também tinha uma cabeça de cabra, e a cauda era de uma serpente peçonhenta.
-Cuidado! A cabeça de leão solta fogo. – Gritou Mislayne para o espanto de todos.
-E a outra de cabra solta acido!- Acrescentou Mayra.
   Foi o que aconteceu, uma cabeça jogou acido sobre mim, e a outra fogo em Victor.
-Meu braço está pegando fogo, meu braço! – Tentando apagar o fogo que pegou na sua camiseta, que agora estava chamuscada.
  Mayra investiu contra a Quimera da direita, que no caso era a mulher, mas a Quimera tinha o dobro da altura dela, mas mesmo assim Mayra investiu com rapidez, ela desviava de ataques da Quimera, dando a volta, mas quando ela chegou à parte de trás da Quimera, tinha se esquecido da cauda de serpente, tentando desvia, recebeu uma patada da Quimera, fazendo a voar para trás do ponto, para dentro de uma floresta.
-MAYRA! – Gritei.
  Mislayne estava desviando das chamas da Quimera, enquanto Victor desviava do acido que a cabeça de cabra, eu estava distraído tentando ajudar meus amigos, que me distrai da outra Quimera, quando ela estava quase me fritando, deu um pulo para o lado, batendo as costas no ponto de ônibus, a Quimera se virou e investiu, destruindo o ponto de ônibus, fui em direção da Mayra, que estava encostada em uma arvore.
-May... Você está bem? – Ela estava com uma ferida no braço.
  Nem percebi que a Quimera estava perto de nós, presa entre duas arvores após ter destruído o ponto de ônibus, ela estava literalmente presa, ela não conseguia sair, as duas arvores eram grossas, o que fazia com que a Quimera não conseguisse sair, era minha chance, avancei para cima da Quimera, mas a cabeça de leão lançou fogo em cima de mim, quando me abaixei, a cabeça de cabra já tinha lançado acido para cima de mim, Mayra me empurrou para o lado, e caímos no chão, a Quimera estava quase conseguindo sair , quando Mayra lançou sua espada no torço da Quimera, ela agonizou de dor, mas não era o suficiente, então lancei minha espada em um ponto cego da Quimera, se bem que ela não tinha nenhum, tendo praticamente três cabeças, mas lancei no pescoço da Quimera, atingindo em cheio, e ultrapassando a cabeça dela, a Quimera deu um rugido estrondoso, e se desfez em pó dourado, pensei comigo mesmo, “enfim destruímo-la”, mas me lembrei de que a outra Quimera ainda estava atacando Victor e Mislayne, e tinha outra questão, a floresta estava começando a pegar fogo com as chamas que a cabeça de leão da Quimera tinha lançado, pegamos nossas espadas e voltamos para ajudar nossos amigos.
  Mislayne ainda desviava das chamas da Quimera, tentando não queimar seus cabelos, e Victor meio do acido tentava ataca – lá, pensei em usar a mesma tática nessa Quimera, de arremessar nossas espadas, parecia ser a única alternativa. Agora era quatro contra um hibrido de dois metros de alturas com músculos enormes e que soltava fogo e acido para todo lado.
-Qual e o plano? – Victor estava tendo uma luta contra a serpente.
-Victor tive uma ideia. – Falou Mayra. – Gente, tente distrair a Quimera o máximo possível.
  Avancei para cima da Quimera, me abaixei para desviar do fogo, e consegui fazer um corte no rosto da cabeça de leão, ela rugiu, corri para trás, a fazendo vir atrás de mim.
-Gente, vai logo! – Grite.
  Parecia que a Quimera só tinha olhos para mim, ela vinha em minha direção, não olhava para os lados. Mislayne a atacou no lado, na barriga, a Quimera se contorcei para o lado de dor, agora a atenção da Quimera estava voltada para a filha de Athena.
-AAH! – Gritou Mayra, ela estava no ar, descendo na direção da cabeça da Quimera, no meio das duas melhor dizendo, a serpente tentou impedi – lá, mas Victor a cortou com um corte.
   Mayra fincou sua espada na cabeça da Quimera, mais um rugido, e a Quimera se desfez em pó dourado. Mayra caiu ao chão, estava cansada, o corte não era grave, mas a expressão dela dizia que estava doendo.
-Vamos ter que acampar na floresta. – Falou Victor segurando a Mayra nos braços.
-Não podemos, a floresta está pegando fogo, temos que sair daqui, os bombeiros logo chegaram. – Disse.
-Sinto dizer, mas teremos que pegar aquele carro que está na lanchonete, alguém sabe dirigir? – Mislayne apontava para um Palio prata.
  Victor correu em direção ao carro, os seguimos, não era certo roubar aquele carro, mas precisávamos sair da li.
  O carro estava trancando, mas aquilo não era algo que impedisse Victor, ele quebrou o vidro, para a nossa sorte não tinha alarme, colocamos Mayra no banco de trás, Mislayne foi ao lado dela, quando Victor ia começar a fazer a ligação direta, algo ruim aconteceu.
-EIII! – Gritou um rapaz. – SAIAM DO MEU CARRO AGORA!
 
 
 
  Olá amigos que estão acompanhando a história, obrigado por me incentivar a continuar a escrever, espero que estejam realmente gostando do livro, espero que não seja um a leitura cansativa, entediante ou difícil de intender, espero que esteja sendo divertido, alegre e principalmente, que estejam realmente se aventurando na história, se às vezes eu não esteja atingindo as expectativas, eu peço desculpa, mas mesmo assim peço muito obrigado.
Danilo Silva
 
 A partir do próximo capitulo, eu começo a escrever de outra maneira, mostrando o ponto de vista de quatro semideuses diferente, espero que isso não dificulte a leitura.
Danilo Silva
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fim do Capitulo
Autor da História: Danilo Silva.
Editora da Ortografia: Mayra Bellini.
Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
 
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