Um novo livro que estou escrevendo voltado a crianças e jovens. O que acham?

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Um novo livro que estou escrevendo voltado a crianças e jovens. O que acham?

Mensagem por zeta2015 em Sex Nov 29, 2013 1:23 pm

Eu já escrevi um livro com temática assassinato, drama: http://dpzine.forumeiros.com/t2269-o-maniaco-livro-opinioes-por-favor#40246

Agora penso em escrever um para crianças e jovens. Se quiserem eu posso postar capítulo por capítulo aqui na dpzine. Very Happy

Título: Guia de exploração de Regina
Volume: 1
Sinopse: Regina é uma jovem que mora em Rancho do Pacato Fundo. Uma cidadezinha de interior, mas que é bem agitada. Elatem um grande amigo, Pow. Regina é elétrica e não leva desafora pra casa. No começo do ano ela resolve escrever um guia de exploração da vida. Mal sabe ela que breve estará envolvida em um mistério. Ela e Pow vão até a mansão do final da rua 13. Dizem esta ser mal assombrada. Regina e Pow, após darem uma sapiada na mansão, descobrem uma fantasma de uma pequena garotinha de apenas oito anos. Essa garotinha, diferente de outros fantasmas, é fofa e quer saber sua história. Então Regina e Pow embarcam em uma misteriosa aventura para saber o passado da garotinha.


 
Guia de exploração
         De
       Regina
 
 
 
Quinta-feira
Isso mesmo. Isso não é um diário. Isso é um guia de exploração. Do quê? E pra quê? Uê, evidente. Na vida de uma adolescente como eu acontece muitas aventuras. Um dia, quando eu crescer, posso dá-lo a minha filha. Inteligente, não? Ai, eu não preciso ficar naquele mimimi de sempre. Para melhor entendimento eu vou propor uma situação:
Eu lendo um ótimo livro. Estou concentrada. Estou no ápice (Oh, palavra difícil. Pelo visto a aula de português não foi em vão.) da história. O assassino é...
-Mãe... O que é isso? O que é aquilo? E aquilo outro?
Você já joga o guia e somente diz:
-Leia se quiser viver.
Tenho certeza que o menino ou a menina não irá me atrapalhar mais.
Nossa. Essa minha apresentação foi longa e... Uai! Nem falei meu nome ainda. Apesar de estar na capa Regina, todos me chama de Gi. Ridículo, mas o que eu posso fazer? Tenho cabelos negros e... Mais ou menos lisos. Eu gosto de prendê-lo com rabo de cavalo. Meus olhos é um castanho claro. Sou branquinegra. O que é branquinegra? É aquela pessoa que não é branca e negra. Minha tia Enória (Ela se chama disso. Eu juro que isso é um palavrão!) um dia me advertiu que deveria se chamar banco-negro. Eu na minha inocência respondi:
-A palavra fui eu que criei. Então eu a pronuncio e a escrevo como quiser.
Menino do céu! Tomei logo um baita de um beliscão de minha mãe e um sermão daqueles do meu pai.
Ah! Meus pais se chamam Tina e Paulo. Minha mãe é dos Estados Unidos e meu pai do Brasil, que é onde moramos. Até meus dois anos de idade eu vivi nos EUA. Logo após nos mudamos para uma cidadezinha de nome Rancho do Pacato Fundo, no interiorzão do Brasil. Não! Aqui não é aquela cidadezinha de estrada de chão. Ela tem lá os seus luxos. Tem até três hotéis, dois motéis, cinco restaurantes, etc...
Rancho do Pacato Fundo, apesar do nome, de pacato não tem nada. Hoje é primeiro de janeiro. Nossa... aqui em casa está uma bagunça. Tem meninos correndo pra todo o lado. Eu estou encima de um pé de manga neste momento. É eu tenho espírito de macho sim. Mas não é por querer. É que as coisas das mulheres são chatas. Mas o que mais reforçou essa ideia foi uma situação em que eu e uma menina que não lembro o nome formos os personagens principais. A situação foi a seguinte:
Eu estava fazendo uma atividade de português se não me engano. Essa menina sentava atrás de mim. Ela queria cola, mas eu não passei, pois não sabia nem pra mim (Mentira, pois na verdade eu queria mais era que ela repetisse o ano).
Bom. Continuando... Ela me pediu cola pela terceira vez e não dei. Ela me soltou um beliscão. Menino! Eu devolvi-lhe um soco na cara e quase a deixei careca de tanto arrancar os cabelos dela. Mas não foi só isso. Dei-lhe uma seção de socos na cara.
Tenho que ir. As cambadas já estão me chamando e meu melhor amigo chegou.
Ah! Tinha me esquecido dele. O nome dele é Pablo Kobawski Milione. A mãe dele é sueca e o pai é espanhol. Eu o chamo carinhosamente de Pow. Ele não é muito bonito, mas chega a ser fofo. Está bem, ele é bonito. Mas não digo a ele, se não ele fica se achando. Afinal, ele é homem. Ele é da minha idade e altura. Cabelos negros e meio cacheados. Não é muito forte. É ameno, como eu. Na queda de braço eu ganho dele. Ele está chegando! Tchau! Tenho que ir! Amanhã conto como eu o conheci.
 
Sexta-feira
 
Estou de volta! Ontem o dia não foi nada agradável. Estava para dar certo, mas a minha prima Sabrina chegou. Ela é daquelas menininhas cheias de frufru. Definitivamente não gosto dela! Ela é chata, sem sal, boba... É melhor eu parar.
Não é só porque ela é deste jeito que eu a odeio, mas é porque aconteceu o seguinte:
Estávamos eu e ela no primeiro ano de escola. Eu estava toda empolgada. Mal podia esperar o portão abrir. A... A minha querida prima sempre me observava de longe. Ela me espreitava de longe. Armava uma. Eu na minha inocência nem saquei. Quando tinha tinham chegado todos os alunos ela chegou a mim e disse:
-Sabe qual a diferença entre esse meu pé direito do meu pé esquerdo?
Eu sem entender:
-Não... Qual é?
-Um é o pé direito o outro é esquerdo.
Menino! Não aguentei. Todos riam de minha cara. Fui ao inferno e voltei.
-Sabe qual é a diferença entre esse meu punho esquerdo com o seu punho esquerdo?
Nem esperei ela responder. Já lhe soltei um soco na cara e a derrubei no chão.
-Esse meu punho quebrou a cara de certa pessoa.
Mas o dia não foi produtivo. Minha mãe esquentou meu coro a tarde.


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zeta2015

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