Zombie - A origem

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Zombie - A origem

Mensagem por Tiago.clock em Qua Mar 18, 2015 1:40 pm

Zombie - A origem
Tema: HQ/ação/ficção científica
Ainda em construção! 
O roteiro não é sobre apocalipse de zumbi!

Sinopse: 
Na guerra do Kuwait, Clark Wood é infectado por uma matéria espacial que descobriu. Ao voltar para o acampamento, terroristas atacam roubando a substância. Agora Clarke tenta resolver o mistério do ataque e procurar explicações para o que se tornou. 

 
Zombie – A origem

Spoiler:

Parte I
Clarke e Jonathan dois militares dos Estados Unidos em um confronto contra os iraquianos, somente os dois se protegendo nas ruínas.
Narração - 1991. Guerra do Golfo, Kuwait.
 
Jonathan – Estou sem munição, só restou uma granada!
Clarke – Poupe ela.
 
Clarke faz um buraco nos tijolos podres, enfia o fuzil ali e dispara.
Clarke – Você tem que ser meus olhos.
 
Jonathan se espreita na parede e avista seis homens.
Jonathan – Mova a trinta graus e fogo!
 
Pow! Pow! Pow!
Narração – A guerra já estava no fim, mas ainda tinha alguma resistência. Bom, tinha...
Jonathan – Cessar fogo! Cessar fogo!
 
Ao verificarem os corpos não eram soldados iraquianos oficiais, e sim seus cidadãos com uniformes falsos.
 
Jonathan – O bombardeio acabou com eles. Por que estão lutando?
Clarke – Vingança, dinheiro, terras quem se importa. Se estão lutando vamos continuar fazendo o serviço.
Jonathan – Hehehe o bom e o velho ****-se, não importa o motivo, se está ali atire.
Clarke – É esse nosso serviço.
 
Um meteorito repentinamente aparece.
Jonathan – Olha lá Clarke!
Clarke – Uau!
 
Poft!
Clark – Vamos lá ver está perto!
...
Clarke – Está ali.
Jonathan – Deve ter chamado bastante atenção, esquece e vamos.
Clarke – Eu nunca vi um meteorito de perto, não vou perder isso.
Jonathan – Isso vai acabar ferrando tudo cara.
 
Aproximam-se da cratera e nela uma rocha de um metro, um líquido preto escorre pelos esporos da rocha.
 
Jonathan - Ei Clarke toma cuidado.
Clarke – É só um meteorito não vai atirar em mim.
 
Clarke encosta sentindo que o fluido é meio borrachudo.
 
Clarke – O que é isso? Não tem cheiro.
Jonathan - Vamos deixar isso ai e ir embora Clarke.
Clarke – Está assustado?
Jonathan – Estamos em área hostil, isso explica as coisas?

 
Narração – Meu amigo Jonathan ainda não teve nenhum trauma de guerra para superar, por isso é assustado.
 
Clarke – Ok. Me ajude a levar isso e vamos voltar.
Jonathan – Não vou relar a mão nisso!
Clarke – Vê se vira homem Jonathan! Me ajuda apoiando o fuzil nele.
 
De longe um cara da idade de Clarke pelos trinta anos observa os dois irem embora.
Na base militar improvisada estão em um laboratório, à cientista militar se surpreende ao fazer os testes.
 
Cientista – É inacreditável! Não emite luz, radiação, nada. Sabe o que isso pode significar?
Clarke – Você que é a cientista não eu.
Cientista – Única coisa que não emite nenhuma luz que conhecemos é a matéria escura, que mal sabemos o que exatamente é, e isso aqui tem todos os não sintomas.
Clarke – Isso é bem perigoso e deve valer muito, temos que tirar daqui, antes que...
 
POW!! A base improvisada é atacada por misseis terrestres.
 
Clarke – Estão nos atacando! Vai pro helicóptero agora!
Cientista- Não sem uma amostra!
 
A cientista com um martelo arranca um pedaço da rocha.
 
Clarke – Vamos rápido!
Cientista – Pronto!
Clarke - Vai! Vai! Vai!
 
Ela consegue sair, Clarke pega o fuzil e ao sair da barraca avista um míssil na sua direção.
Pow!! A explosão acabou com tudo. Clarke fica no chão sem as pernas e braços na beira da morte, o meteorito caído na sua frente pegando fogo, a matéria escura borbulha.
 
Clarke – ******, ******!... [ele olha a sua situação]... To mal... Não escapo dessa vez... *Cof Cof* [tosse sangue].
 
A matéria está em estado líquido se escorrendo até Clarke o tocando.
O mesmo homem que o vigiava aparece em sua frente com uma pistola, Clarke muito atordoado não identifica o rosto do rapaz.
 
- A Neo-Z agradece. - POW!
 
Um tiro no meio da testa de Clarke o apagando.
Um close de cima, o acampamento militar em chamas, alguns iraquianos atirando contra os poucos sobreviventes, um helicóptero conseguiu escapar.
 
O que atirou em Clarke vai embora num Jipe junto com o meteorito deixando a batalha.
 
Narração – Três meses depois.
 
Handler o homem que atacou Clarke caminha por um corredor portando uma pequena caixa contendo o fluído espacial. Está de encontro com o grupo terrorista.
 
Mubarak – O revistem.
 
Handler coloca a caixa em cima da pequena mesa e é revistado. Os seguranças encontram pistolas, submetralhadoras, munição e um bastão pequeno dourado.
 
Mubarak – Você demorou um mês a mais. Onde estava com a cabeça? Não se atrasa com contratos.
Handler – Não é fácil extrair o material, e ninguém de seu povo consegue.
Mubarak – É isso que te fez vir até as minhas terras? [abriu a caixa e pegou um frasco com o fluído]
Handler – É isso que fez você me ajudar, essa é a sua parte.
 
Poft! Um dos seguranças é nocauteado pelo bastão, apertou o dispositivo que o fazia crescer, acertando o seu rosto.
 
- Hahahaha. [os outros caçoando]
Handler [pegando o bastão no chão e o encolhendo] – Pessoas irão atrás de você por isso, não abuse. [pega suas armas e se retira]
 
Mubarak – Como vou saber se funciona?
Handler – Teste você mesmo. [joga uma seringa na mesa e se retira]
 
Ele sai da sala e fecha a porta, antes dela fechar por completo se vê dois capangas segurando um terceiro enquanto Mubarak aplica o fluído.
 
- Ahhhhhhhhhhhh!!
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Re: Zombie - A origem

Mensagem por Akira Takuyashi em Qui Mar 19, 2015 12:49 pm

Wooow  passou na minha mente a sua história em versão de jogo ta muito bem só deixou um toque de suspense no final o que aconteceu com o cara depois que ele aplicou o fluído espacial virou um tam tam tam..... como será essa história quero saber mais como vai ser o desenvolvimento o clímax tudo poste mais meu jovem.
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Re: Zombie - A origem

Mensagem por Tiago.clock em Seg Mar 23, 2015 6:44 pm

Valeuzão por ler cara rsrsrs E que bom que gostou. Suspense é a alma do negocio kkkkk
Capítulo 2 aqui \/ Com bastante explicação das paradas e o velho suspense.
ps: alterei o nome de um personagem, de Mubarak para Madruk.
ps²: só agora vi que o fórum censura palavrões, foi mal x.x
ps³: ficou um espaçamento um pouco grande entre um parágrafo/linha para outra, não sei porque, tentei dar uma ajeitada mas ficou um espaço grande em alguns casos, bom, só faz o texto parecer maior, não se assuste. (a fonte nesse capítulo ta maior também, ficou bugando quando eu mexia nela ai deixei tamanho normal)  xD

Parte II
Spoiler:

Um panorama da Cidade do Kuwait. Um prédio do governo que está em construção, porém boa parte funcionando. Clarke acorda ofegante, está escuro.

- Onde estou? Tem alguém ai?!  
 
Poft! Cai da cama, mal sabia que estava em uma.
- Droga. Não consigo ver nada. [vai se esfregando na parede até achar o interruptor]

Ao acender está somente de shorts, há alguns equipamentos médicos na sala, nada de mais. Ele se aproxima do espelho, está inteiro com braços e pernas.
Clarke – Impossível! Como...? Estou no céu?
- Não é o céu ainda Clarke.


Ao olhar para trás é a cientista que estava com ele no acampamento.
Clarke – Evra!
Evra – Ei pessoal ele acordou!

Logo a sala se enche com vários “policiais” estão usando um uniforme diferente, detalhe para o símbolo no peito, um escudo com as iniciais GR.


Narração - O projeto Guarda Real criado nos anos oitenta em conjunto com vários países aliados, é um sistema de policiamento interligado, contato imediato e informações compartilhadas, cada país adepto tem sua sede com gerenciamento nacional, com apoio de membros internacionais, podendo compartilhar funcionários ou transferindo quando a situação pedir.

Clarke sentado na maca com os médicos e cientistas o analisando.

Clarke – Então o que aconteceu? Como que estou vivo? E pra começar, onde estou?
Evra – Hehe. Compreendo suas dúvidas, eu já estaria totalmente confusa no seu lugar.
Clarke – Eu já estive melhor.
Evra – Bom. Estamos na capital do Kuwait. A guerra acabou depois do bombardeio aéreo, Kuwait voltou a ser independente e aceitou participar da Guarda Real, e aqui estamos unidade do Kuwait.
Clarke – Quem mais sobreviveu?
Evra – Só eu e a equipe médica... Alguns dos corpos foram identificados, outros sumiram.
Clarke – E o de Jonathan?
Evra – Foi um dos não identificados. Podem ter o pego como refém.
Clarke – Droga!  
Evra – Sinto muito por Jonathan, vocês lutavam juntos há bastante tempo.
Clarke – Não só por ele, mas todos ali! E a equipe de resposta foi mandada?
Badini [guarda real] – Não ouve resposta. O ataque foi feito por rebeldes, resistência não governamental, o exército procurou em todos os lugares e não acharam nada.
Clarke – Ou seja, terroristas.
Badini – O governo cancelou as atividades no campo e concentrou em implantar a Guarda Real. Agora é assunto da nossa investigação.
Evra – Não é bom para você esse assunto agora Clarke, se preocupe com seu estar primeiro.
Clarke – Não! Para quem devia estar morto to muito vivo. Eu quero justiça!
Evra – Temos que entender o que aconteceu com você antes e tentar usar a seu favor, me permita te explicar.
Badini – Quando se sentir melhor e quiser participar, procure seu superior. Sem autorização não vai...
Clarke –... É lembro bem da burocracia.

Evra apresenta o laboratório para Clarke, com vários equipamentos, amostras de sangue e um tubo de ensaio com o fluído preto. (o que ela conseguiu pegar antes de fugir)

Evra – O que te trouxe a vida foi isso, matéria espacial.
Clarke – Ou o que não me deixou morrer.
Evra – É uma boa teoria.
Clarke – Quais são as sua?
Evra – Acho que a matéria fundiu atomicamente com seu corpo, você todo é a matéria e quando se machuca ou algo é tirado de você, ela retorna.
Clarke – Que tipo de testes fizeram pra chegar nisso?
Evra – Promete não ficar bravo?
Clarke – Estou inteiro, por que ficaria?
Evra – Ufa. Testamos partes de você enquanto dormia, começamos com cabelo, pedaço de pele e fomos avançando, é incrível! Venha.

Enquanto anda pela sala ela explica.

Evra – Não tínhamos ideia do que se passava com você quando te trouxemos...

Flash Back
Clarke na mesa em coma, só está com um medidor cardíaco. Os cientistas em volta entre eles Evra.
Narração de Evra – Era um dia normal como todo outro, estava para completar um mês deis de sua chegada.

Clarke acorda inconscientemente, tenta respirar e não consegue, o monitor começa a apitar, seu coração está parando.
Evra – Está tendo uma parada cardíaca!

Evra apoia a mão na cabeça dele deixando o queixo erguido, os outros fazem o resto.
Narração – Você teve uma parada cardíaca e morreu.

Pííííííí...
Doutor – Está morto.  Lamento...

Evra retira as luvas e deixa em cima da mesa, há fios de cabelo de Clarke nela.
Narração – Todos estavam com esperança de você voltar, foi o único sobrevivente das bombas. Poderia explicar e falar como ficou vivo...

Pí – Pí – Pí [os batimentos voltam] Os médicos fazem os primeiros socorros e ele sobrevive.
Narração – Você morreu e voltou, ficamos surpresos, então...

Ela olha para as luvas e os fios de cabelos não estavam lá.
Fim do Flash Back

Evra – Sem querer eu tropecei no seu segredo! Dias depois você teve outro ataque, não pensei duas vezes, enquanto os primeiros socorros eram feitos arranquei um tufo de cabelo e levei para a sala ao lado e os observei. Resultado, você ressuscitou e os fios evaporaram. Depois fiz testes com outros tecidos, e todos sumiram e voltaram de alguma forma para o devido lugar a cada infarto.
Clarke – Então sou imortal? Hehehe.

Evra – Teoricamente sim. Mas preste atenção, enquanto você não morrer suas partes perdidas não voltam! E tem mais!
Clarke – Mais?!
Evra – Eu acho que a matéria escura volta ao seu estado de origem quando você falece. Isso explica como perdeu suas tatuagens e cicatrizes, não só o que foi afetado que é reintegrado ao corpo e sim um “check-up” completo, é fascinante! Imagino que se fizer outra tatuagem, ter um câncer, vírus, seu corpo irá eliminar quando morrer. Você pode ser a cura de várias doenças ou até a chave para prolongar a vida.
Clarke – Não antes de achar quem nos atacou.
Evra – Não tente fazer nenhuma loucura Clarke.
Clarke – Se não gosta de loucura doutora, acho que não é bom ficar perto de mim.

Clarke no quarto depois de tomar banho, está pensativo na cama até o telefone tocar.

Clarke -... Alô?
Condor – Bem vindo ao mundo novamente soldado.
Clarke – General? Sr. Condor?
Condor – O próprio.
Clarke – Hehe. Obrigado.

Condor – Como está se sentindo?
Clarke – Muito mais vivo do que nunca. Tenho que pedir desculpa pelo meu fracasso...
Condor -... Não precisa Clarke, você não fracassou não tem permissão para pedir desculpa.
Clarke – Então deixe me redimir! Há soldados perdidos, me de a chance de recuperar minha honra senhor!
Condor – Eu recebi um relatório a seu respeito, você está com vontade de fazer algo.
Clarke – Sim senhor! Eu quero, eu preciso! Tenho que entrar em ação, eles sumiram com o meteorito, irão tentar tirar proveito disso, ficar somente investigando não vai mudar nada!
Condor – Entendo seu sentimento Clarke. E foi por isso que eu autorizei sua transferência para a Guarda Real, agora você tem permissão para voltar ao campo de batalha.
Clarke – Muito obrigado senhor...
Condor – Recupere essa substância e descubra quem está por trás disso, você é um dos melhores soldados, tenho certeza que não vai desapontar sua nação.
Clarke – Não irei falhar novamente senhor... E não farei só pela nação e sim por todos que morreram no ataque, eu os levei até lá então eu irei os vingar!
Condor – Boa sorte Oficial Clarke Wood, desligando.

Nota – Guardas Reais em seus postos são chamados de oficiais.

Clarke se contenta com a notícia e abre o guarda-roupa, lá está o uniforme da Guarda Real.
Clarke – Clarke Wood, um Zumbi Real... Hehe nada mal.

Num andar subterrâneo um dos esconderijos dos terroristas, há um prisioneiro, o homem que Madruk aplicou o fluído, seu nome Abuh. Ele está com muita raiva, os olhos vermelhos, boca espumando, segurando fortemente as barras.

- Zumbar me tire daqui! Ahh! Eu não vou te machucar, só te matar!! [morde um pedaço do próprio braço] Ahhhhhhhhhhh!! Eu quero sair!! Não vou te matar, só te machucar!!

Zumbar o cientista se aproxima com uma prancha.
Zumbar – Raiva, distorção de raciocínio, perda de noção e mais raiva... Interessante.

Há outras celas ao lado com corpos mortos outras vazias.
Zumbar – As outras cobaias não aguentaram, mas por que você está vivo?
- Eu quero matar vocês!! Eu não vou matar ninguém! Eu vou matar você!
Zumbar pensando – Antes dos outros falecerem mostraram sensibilidades nas emoções, um foi amor, outro orgulho, o terceiro uma forte depressão e esse aqui com muita raiva. Ele foi traído por Madruk, será que as experiências passadas é o motivo das consequências?...

Zumbar se aproxima da mesa com um corpo, é o de Jonathan, tem uma seringa vazia ao lado.
Zumbar escreve nas suas anotações – Três horas depois de aplicação em um corpo morto, sem nenhum efeito.
- Zummbarr!!! Me solteeeee!!
Zumbar – Cale a boca!!


Aperta um interruptor da cela eletrocutando o suficiente para desmaiar o prisioneiro.
Ao virar de costas o corpo de Jonathan sumiu.

Zumbar – Oh nada bom... [corre até a mesa pegando uma pistola] – O corpo levantou... [escreve] Para onde você foi? [bate a arma na mesa fazendo barulho] Venha até mim.

Zumbar ouve um choro em baixo da mesa, ao olhar está Jonathan encolhido chorando.
Zumbar – Uau... [estende a mão]
Zumbar pensando – Eu consegui ressuscitar alguém, incrível!

Jonathan da um tapa na mão rejeitando a ajuda de Zumbar.
Jonathan - Saia daqui!! [sai correndo e se esconde em outro canto]
Zumbar – Ei volta aqui!
Zumbar pensando – Está com bastante medo, as emoções de novo.

Zumbar procura entre os corredores das prateleiras, até achar Jonathan acuado no canto com uma granada.
Zumbar – Ei ei ei! Não faça isso! Só quero te ajudar.
Jonathan – Eu não confio em você! Fique longe de mim!

Jonathan retira o pino da bomba.
Zumbar – Maldito...


POWW!!!!  A explosão foi forte o suficiente para atingir Zumbar e bagunçar o local. Da cortina de fumaça surge Jonathan, inteiro.
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Re: Zombie - A origem

Mensagem por Akira Takuyashi em Qua Mar 25, 2015 12:05 pm

Esses suspense a cada momento meu jovem estou quase explodindo parece até o estilo de Tite Kubo deixar tudo no suspense para conquistar a atenção do leitor isso é muito bom além de desenvolver uma história interessante esses jovens de hoje em dia hein e-é
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Re: Zombie - A origem

Mensagem por Tiago.clock em Qua Abr 01, 2015 1:24 pm

Salve! Hehehe que bom que leu até aqui, isso motiva muito qualquer roteirista, deixando aqui a parte III. 

Parte III

Spoiler:

A viatura da Guarda Real estaciona nos destroços do antigo acampamento militar, a areia encobre boa parte do local. Ao descer Clarke uniformizado de GR, junto com outros três, Badini, Zyan e Florence.
 
Clarke – Eu estava aqui quando começou o ataque surpresa, bombardeio, snipers, tudo sincronizado. [vai andando pelos destroços] Um míssil atingiu a barraca e fui jogado quando ele apareceu.
Badini – Quem?
Clarke – Não sei, mas com certeza não era um deles. Roupas diferentes, cabelo comprido, uma nove milímetros. Deve ter entrado no acampamento antes das explosões, soube ir aonde precisava, foi treinado para isso.
Zyan - Você já foi investigador né?
Clarke – Quase isso...
Badini – Porque não falou dele antes?
Clarke – Deve ser porque eu estava “morto”! Está sendo tudo de repente... Ele disse algo para mim, não lembro bem... [coça a cabeça com a pistola]... “A New manda lembranças...” não, “A N-Z manda lembranças?”...
Badini – Neo... Z?
Clarke – É esse mesmo! E o que significa?
Badini – Não é para significar, é uma incógnita ainda. Madruk o líder dos rebeldes dessa área, já trabalhei pra ele quando estava disfarçado, negociávamos a compra de armas químicas inéditas no mercado negro, quando Madruk as comprou as armas foram roubadas no outro dia, Madruk mandou matar todos os envolvidos da Neo-Z... Todos sumiram antes disso, o negociante, funcionários ninguém. Imaginamos que caímos num golpe, Neo-Z era um nome fictício do grupo e nunca mais se ouviu. A polícia também não sabia de nada, o plano era esperar o segundo carregamento e pegar todos de surpresa. Não sabemos até hoje se foi sorte ou competência.
Clarke – Então o que você acha agora?
Badini – Depois de ver você morrendo diversas vezes, duvido de cada coisa esquisita que aparecer.
Florence – Não pode ser um truque de Madruk?
Clarke – Não depois do que eu vi, Madruk pode ter sido o mandante do ataque, mas não sozinho.
Badini – Ele está certo, ninguém de Madruk te manda lembranças antes de te executar.
Zyan – Há uma vila a trinta quilômetros ao leste, na direção do ataque.
Clarke – Vamos conferir.
 
Na Cidade do Kuwait um homem misterioso, cachecol, blusa de frio com gola, a pouca pele que aparece aparenta ser bem pálida. Está bem assustado olhando para os lados, preocupado.
- Taxi!
...
- Guarda Real, por favor.
Taxista – Ok... Não está com calor?
- Eu to bem obrigado. Cof*Cof
 
Ele tosse sangue negro na mão.
Taxista – Certeza?
- Sim, sim.
 
No depósito de Madruk há vários homens inclusive ele vasculhando.
- Não há ninguém vivo senhor. Encontramos essa prancha do doutor.
 
Ao ler as anotações Madruk sorri.
Madruk – Muito bom...   
- A cela onde Abuh foi trancado estava aberta. Devemos fazer algo?
Madruk – De prioridade ao zumbi que levantou, Abuh vai aparecer a qualquer momento, e quando aparecer não pergunte por nada, só atire.
- Sim senhor.
 
Clarke e o restante chegam à vila é algo bem pobre, quase tudo feito artesanalmente. Ao perceberam a Guarda os moradores se adentram para casa, alguns trabalhadores não retiram os olhares.
 
Florence – Então vamos começar por onde?
Clarke – É ele quem manda.
Badini – Perguntar para os moradores.
Clarke – Ah claro, por que não.
 
Toc-Toc
Badini – Guarda Real!
...
Clarke – Acho que não tem ninguém, hehehe...
Florence – Estão com medo de atender.
 
Badini bate novamente na porta.
Badini – Guarda Real! Oficial Badini, nos atenda, por favor!
Clarke – Nunca vai conseguir nada assim. Deixa a parte social comigo.
 
POW! Clarke chuta a porta a abrindo.
Clarke – Guarda Real! Oficial Clarke Wood se apresentando, bom dia.
 
É um senhor e uma senhora.
- Saia daqui! Não temos nada para falar! [vai empurrando Clarke]
Clarke – Só algumas perguntas!
- Não sei! Não vi, sei de nada, saia daqui.
Clarke – Conhece Madruk?
- Não sei! Saia agora!
 
O senhor finalmente consegue empurrar até a saída e fecha a porta. Os três guardas zombam de Clarke.
Zyan – Era pra ser a parte social? Hehehe... 
Clarke – Estão com medo, óbvio que sabem de algo.
Florence – Para onde foi o resto?
 
Ao olharem ao redor, não há ninguém nas ruas, todos escondidos.
Badini – Ta ficando estranho o clima aqui.
Clarke – Mais uma vez.
 
Clarke chuta novamente a porta, ao olhar não há ninguém na casa, eles saíram pelo fundo.
Clarke – Oficial Clarke Wood... E fugiram...
 
Um capanga de Madruk observa de longe os Guardas, logo entra na casa e há alguns equipamentos científicos, um rádio e armamento. Tem mais dois homens com ele.
 
- A Guarda Real está aqui! Vamos esconder tudo, vamos, vamos!
- Ta lotado de armas químicas aqui em baixo cara! Se descobrirem...
-... Então vamos disfarçar bem! Eu fico aqui e alguém lá em baixo, outro vai pra fora e fica de vigia, se algo der errado já sabe. Vai pelos fundos, vai vai!!
 
De volta ao depósito, está Madruk saindo com o carro, ao dar partida um cidadão para em frente, é Abuh, o prisioneiro raivoso.
- Madruk!!
 
Na Guarda Real o misterioso homem desce do taxi olhando para o prédio, descobrindo parte do rosto mostrando ser Jonathan.

– Guarda Real...
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Re: Zombie - A origem

Mensagem por Akira Takuyashi em Sex Abr 10, 2015 2:46 pm

Uai é isso ai jovem posta + tem q ser assim mesmo e cade o pessoal desse fórum ????
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