Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Sex Ago 23, 2013 9:19 pm

Yoooho, capitulo fresquinho  para mim ler
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Sex Ago 23, 2013 10:04 pm

Legal legal, pronto para ver  o proximo capitulo ..
Proximo capitulo tera o ponto de vista de outros personagens né ?
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Sex Ago 23, 2013 10:33 pm

Dancrox escreveu:Legal legal, pronto para ver  o proximo capitulo ..
Proximo capitulo tera o ponto de vista de outros personagens né ?
Yes man, ai fica bem mais legal e dinamico a historia geek
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Sex Ago 23, 2013 11:10 pm

Rideki-sama escreveu:
Dancrox escreveu:Legal legal, pronto para ver  o proximo capitulo ..
Proximo capitulo tera o ponto de vista de outros personagens né ?
Yes man, ai fica bem mais legal e dinamico a historia geek
sim sim, concerteza, achu que eu tinha parado de ler nesse capitulo vei.
 o proximo sera lançado aqui quando  ?
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Sab Ago 24, 2013 1:37 pm

Dancrox escreveu:
Rideki-sama escreveu:
Dancrox escreveu:Legal legal, pronto para ver  o proximo capitulo ..
Proximo capitulo tera o ponto de vista de outros personagens né ?
Yes man, ai fica bem mais legal e dinamico a historia geek
sim sim, concerteza, achu que eu tinha parado de ler nesse capitulo vei.
 o proximo sera lançado aqui quando  ?
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Sab Ago 24, 2013 2:23 pm

Capítulo 6° - Alguns Novos Sentimentos

Spoiler:
6° Capitulo
 
 
Alguns novos sentimentos
Mislayne W.




A situação tinha acabado de se complicar ainda mais, tínhamos que levar Mayra para o hospital, a nossa única chance de sairmos daquele lugar era pegar o carro. Mas aquele rapaz não iria dar um carro para quatro jovens.
-Que isso, saiam do meu carro agora, vou chamar a polici- A voz dele se engasgou ao olhar para a Mayra no banco de trás do carro.- Meu Deus, o que aconteceu com essa jovem?
-Ela sofreu um acidente, precisávamos leva – lá até o hospital. – Falei tentando contornar a situação.
-Eu vou levar vocês para o hospital mais próximo. – Falou o Rapaz.
-Logo!  - Falou Victor com expressão de angustia.
-Ok, só pegarei as chaves... Wow... A floresta está pegando fogo, temos que ligar para os bombeiros. – Gritou o rapaz.
-Ok, mas quando estivermos no carro. – Disse Danilo, ele estava ao lado de Mayra, falando que ia ficar tudo bem.
-Então todos para o carro, agora.
  O rapaz dirigia a 100 km/h... Em uma pista de 60 km/h, seria bom se nenhum policial aparecesse, então Mayra finalmente acordou.
-Onde estou?
-Finalmente acordou. – Comemorou Danilo. – Você está em um carro indo para o hospital.
-Mas eu estou bem, Ai! – Ela sentiu o braço esquerdo, o qual estava ferido.
-Não está, te levaremos para o medico. – Disse o rapaz.
-Não preciso, eu tenho ambrosia na minha mochila. – Insistiu Mayra.
-Ambrosia? – Questionou o Rapaz.
-Nós deixemos aqui no acostamento, muito obrigado pela ajuda. – Falou Mayra
-Como quiser, e vocês?
-Vamos com ela, muito obrigado novamente. – Disse Victor.
  Ele nos deixou na beira da estrada.
-Certeza que querem ficar ai? – Falou de dentro do carro.
-Sim, muito obrigado... Como e o seu nome? – Falei.
-Ederson Rodrigues.
-Muito obrigado Ederson. – Ele seguiu pela a estrada, e nos ficamos nos acostamento da estrada perto da floresta que continuava pela estrada. Entramos na floresta, para nos proteger de algo.
-Você tem certeza que está bem May? – Falou Danilo abraçado a irmã.
 Ela comeu um pouco de ambrosia, que e a comida dos Deuses, que tem um poder de cura, mas caso seja comida em excesso, pode matar, ela disse depois de algumas pequenas mordidas, e realmente a ajudou, a ferida foi se curando, e ela estava melhor.
-Wow, essa ambrosia e realmente maravilhosa como Percy descreveu, como se sente? – Falou Victor.
-Incrível. – Riu Mayra.
-O sol já está se pondo, onde ficaremos? – Falei.
-Pelo jeito vamos acampar. – Falou Victor sorrindo.
A ideia de acampar não me agradava pelo fato de aquela floresta ter algum animal, alguma cobra, e a ideia que mais me amedrontava, aranhas, eu tinha fobia por aranhas. Montamos um pequeno acampamento na floresta, tínhamos uma fogueira, Danilo pegou algumas frutas para nós, que foi uma atitude fofa da parte dele, e depois disso ele sentou ao meu lado.
-Está nervosa por essa missão? – Disse Danilo.
-Sim, tenho receio de não voltar, receio de não ver mais meus amigos, minha família, e você?
-Tenho medo de não conseguir proteger meus amigos. – Neste momento ele pegou na minha mão e a apertou, meus batimentos cardíacos começaram a acelerar, não acreditei no que senti, sentia que estava gostando dele, mas ele era meu melhor amigo. – Quero muito resgatar meu primo.
-Estaremos lá para te ajudar. – Sorri.
Ele sorriu e me abraçou, um abraço aconchegante, estava perfeito.
-Vocês estão de olho na fog... Ops acho que interrompemos algo, dinovo. – Disse Victor ao lado de Mayra que tinham ido buscar mais lenha.
-Não estão atrapalhando nada, só um abraço entre amigos. – Falou Danilo, a palavra amigos começou a me incomodar.
-Será que conseguiremos mesmo salvar Thiago e o senhor Brown? – Victor arrumando a fogueira.
  Todos ficaram em silencio, com olhares para a fogueira.
-Vamos conseguir. – Disse Danilo sorrindo.
 
 
   
Finalmente consigo usar meu poder
Anna G.




Nossa missão estava indo bem, Bruno e Fernando faziam piadas a todo tempo, e Davi até que estava falando algo, ele e do tipo quieto, nós já estávamos chegando à rodoviária de Campinas, íamos pegar um ônibus até o Guarujá, Senhor Daymon me orientou para irmos para lá, foi para onde Erlan tinha seguido com os outros dois semideuses, não era uma pista tão boa, mas já era um guia para onde irmos, e Danilo disse que amigos moravam lá, tínhamos onde descansar.
-Vou comprar as passagens para o ônibus. – Disse Davi.
-Eu vou comprar alguns doces. – Falou Fernando.
  Fiquei esperando pelos dois por uns 5 minutos, na verdade Davi demorou um pouco mais.
-Já comprei as passagens, espero que nossa viagem seja calma. – Falou Davi.
-Algo me diz que não será. – Comentou Fernando comendo pão de frios. – Todos trouxeram armas. – Até estranhei Fernando falando seriamente assim.
-Sim, eu trouxe uma adaga. – Disse.
-Espada. – Mostrou Davi.
  Recebemos a chamada para nosso ônibus.
  Sentamos nos primeiros bancos do ônibus, estava quase dormindo, então paramos em um transito.
-O quê e aquilo? – Apontou uma turista.
 Olhamos, e vimos, um Minotauro vinha furiosamente em nossa direção, um monstro com corpo de homem musculoso e peludo, e cabeça de touro, com chifres enormes.
-Vamos para fora do ônibus. – Gritou Davi.
Corremos para fora do ônibus, mas tinha um trânsito perto de nós, tínhamos que levar o Minotauro para longe de todos.
-Tive uma ideia, uma ideia doida, mas me sigam. – Disse.
-Aonde você vai? – Gritou Bruno.
-Me sigam. – Olhei para trás.
  Corri em direção do Minotauro.
-Você e louca? – Gritou Fernando me seguindo.
  Continuei, mesmo não querendo, mas continue em direção do Minotauro, ele já estava a alguns metros de mim, e já abaixava seus chifres na minha altura, meu coração batia forte, minhas pernas estavam tremulas, mas continuei quando cheguei perto do Minotauro, me desviei, fazendo o Minotauro perder o equilíbrio e rolar no chão.
-Incrível. – Gritou Fernando.
-Bruno, Fernando, monte algumas armadilhas, enquanto eu e o Davi vamos distrair o Minotauro. – Falei.
-Certo. – Falaram juntos.
  Minotauro soprou vento pelas narinas frustrado pela falha em me furar com seus chifres, voltou em minha direção, mas um jato d’ água o atingiu no rosto, fazendo cair para o lado, Davi ajoelhado tinha usado a água do rio próximo a nós com seus poderes, mas isso exigia muito esforço pelo que ele demostrava.
-Isso foi incrível, mas não se esforce tanto.
-Isso não foi nada, posso usar mais do meu poder. – Disse Davi se levantando.
 Minotauro veio mais raivoso para cima de nós, desviamos novamente, mas ele usou as mãos para se segurar, e jogou Davi para longe com a mão direita, e veio em minha direção, um soco dele passou zunindo por cima da minha cabeça, e atingi-o na batata da perna, ele mugiu de dor, isso mesmo, mugiu, agora ele estava em cima de mim, não tinha para onde correr, mas então Davi jogou um jato poderoso em cima dele, Minotauro saiu rolando para o lado, caindo em uma das armadilhas de Bruno e Fernando, que era um buraco, olhei para o Davi, estava ofegante e cansado, Minotauro mugiu de frustação, e estava voltando para fora do buraco, quando Bruno fincou a espada no crânio dele, fazendo ele se desfazer em pó dourado. Davi estava ofegante e cansado, ele estava quase desmaiando quando Fernando foi ajuda - ló.
-Estou bem, só preciso descansar um pouco. – Disse ele.
-Como vamos seguir agora? – Comentou Fernando.
-Tive uma ideia. – Exclamou Bruno. – Lembra que a Mayra comentou que você tem o poder do Charme, poder de encantar as pessoas, por que você não usa o teu poder para convencer algumas dessas pessoas para levar a gente até lá?
A ideia de usar esse meu tal poder me deixava intrigada ainda, a ideia de controlar alguém não era legal, mas pela situação era necessária.
-Certo, mas essa vai ser a ultima vez.
  Fomos em direção a um homem que estava sozinho em um FOX preto.
-Olá, será que o senhor pode levar a gente até o Guarujá? – Estava aflita, ele me olhou seriamente, devia ter uns 45 anos, cabelo preto acinzentado, e rosto modelado, mas como magica ele me olhou confuso.
-Entrem, levarei vocês. – Disse ele sorrindo.
Entramos no carro, e seguimos sentido a serra, para a minha surpresa o meu poder do Charme tinha funcionado.
 
 
  
Meu Sonho Revela pistas
Danilo L.




Naquela noite fiquei como vigia, fiquei em um pequeno morro, os três já estavam dormindo, fiquei admirando minha espada, ela emitia um brilho celestial, tinha um raio na guarda da espada, e estava escrito Zeus embaixo do raio.
-Zeus realmente e um pouco convencido. – Ri.
-Não conseguiria dormir com essa espada “acessa”. – Falou Victor.
-Desculpa. – Me levantando.
-Não foi nada, estou sem sono ultimamente. – Victor sentou ao meu lado, mas se virou e ficou olhando para as garotas dormindo.
-Você ficou realmente preocupado com a Mayra. – Debochei.
-Er... E claro que me preocupei, ela faz parte da equipe, e é minha amiga, me preocupo com meus amigos. – As bochechas dele coraram, mas depois rimos.
-E bom ter amigos por perto. – Disse.
-Também me sinto bem tendo vocês por perto, isso me conforta, mas agora você pode ir dormir nesta noite eu fico de vigia. – Falou sorrindo.
  Fiz que sim com a cabeça, e voltei para me deitar no colchão.
  Sonhei com um penhasco, nele estava senhor Brown, estava dentro de uma caverna fechada, ele estava tentando fazer uma fogueira, estava com frio, tremendo, mas conseguiu fazer, fez uma breve comemoração, e se deitou, em seguida a imagem mudou, no sonho aparecia duas silhuetas, um homem e um jovem conversavam, mas eu não conseguia entender o que eles falavam, então o homem pegou o jovem pelo pescoço e o ergueu em direção a parede, mas ele olhou em minha direção, e soltou o jovem, quando ele começou a chegar perto de mim, acordei, assustado.
-Teve um pesadelo? – Disse Victor no alto do morro.
-Sim. – Assenti.
-Normal, só voltar a dormir.
-Tentarei.
-Boa noite. – Sorriu.
-Obrigado.
 
  
Chegamos ao Litoral
Davi Ismael N.


 
Estava cansado, meu estomago doía, minha cabeça parecia que ia explodir, essa foram às consequências de usar tanto meu poder, tinha usado meu poder para acabar com o Minotauro, e agora já estávamos no Guarujá, depois de sair do “transe”, o motorista simplesmente seguiu seu trajeto, deixando quatro jovens em frente a uma casa.
-E aqui, Danilo disse que tínhamos que falar com a Karoline. – Comentou Anna.
-Então vamos chamar. – Disse Bruno tocando a campainha.
  Bruno tocou três vezes até sair um jovem, de altura media pele bronzeada e cabelos negros, olhou para a gente de cima em baixo e fechou a porta.
-Ahn? – Indignada Anna tocou a campainha novamente.
-O que vocês querem? – Disse o jovem.
-Somos amigos do Danilo. – Entreguei a carta que Danilo tinha feito para darmos explicações razoáveis para eles hospedarem nos quatro por uma noite.
-Não conheço esse Danilo. – Debochou o jovem.
-A moça que se chama Karoline está? – Disse Anna.
-Vou chama – lá. – Novamente fechou a porta na nossa cara.
  Depois de dois minutos ela aparece na porta, uma garota de estatura baixa, cabelos longos e negros, pele levemente bronzeada, e olhos castanhos.
-Pois não, estavam me procurando. – Falou Karoline.
  Entreguei a carta novamente, depois de ler ela esboçou um singelo sorriso, que era lindo, ela realmente tinha um sorriso lindo, e mandou a gente entrar. Era uma casa bem grande, espaçosa, e tinha um rapaz jogando vídeo game na sala em uma televisão realmente grande, deveria ter uns vinte anos e o jovem que nos atendeu estava no quintal chutando uma bola na parede.
-Desculpa à ignorância do meu irmão, ele não recebeu modos dos meus pais! – Falou olhando para seu irmão, ele não esboçou nenhuma reação, somente começou a chutar a bola mais forte na parede.
-Onde estão seus pais? – Disse Anna.
-Eles estão viajando a trabalho, meu irmão mais velho toma conta de nós, se bem que eu sou a mais responsável da casa. – Ela recolhia pedaços de pizza que estavam no chão. – Levanta do sofá agora e vai arrumar lá em cima!  - Gritou para o irmão mais velho.
-Mais tarde eu vou. – Debochava o rapaz.
-Se você não for eu ligo agora para os nossos pais e explico detalhe por detalhe o porquê você não ter emprego. – Ela ameaça com o celular em mãos.
-Certo, já estou indo. – Falou o rapaz cabisbaixo indo para o segundo andar.
-De onde você conhece o Danilo? – Perguntei.
-Ele veio passar as férias aqui no Guarujá e nos conhecemos e nos tornamos amigos. – Sorriu.
-Amigos... Hum. – Falou Anna sorrindo.
-Só amigos, somente amigo. – As bochechas delas coraram.
-Podemos ficar está noite aqui? Amanhã já partiremos. – Disse.
-Podem sim, tudo bem dormir na sala? – Falou Karoline.
-Tudo bem. – Disse.
-Pera, nada bem, não dormirei ao lado de três garotos. – Exclamou Anna.
-Você dorme no meu quarto. – Rindo disse Karoline. – Vocês querem tomar banho?
-Seria muito bom. – Falou Anna.
-Certo, venha comigo Anna, pegarei uma toalha a você, depois pego a vocês meninos.
-Certo. – Disse.
  Nós sentamos na sala, enquanto Karoline e Anna subiam as escadas, para distrair ficamos jogando vídeo game.
 
 




 
Fim do Capitulo
Autor da História: Danilo Silva.
Redator: Erlan Carvalho
Capa feita: Davi Ismael Amorim
Editora da Ortografia: Mayra Bellini.
Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
 
d
 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Dancrox em Sab Ago 24, 2013 4:10 pm

Legal mano, adoro quando meu personagem sai quebrando todos,
Rideki-sama escreveu:
-Certo, já estou indo. – Falou o rapaz cabisbaixo indo para o segundo andar.
KKKKK, engraçado essa parte, o rapaz cabisbaixo, sendo ameaçado pela irmã .
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Sab Ago 24, 2013 5:17 pm

Dancrox escreveu:Legal mano, adoro quando meu personagem sai quebrando todos,
Rideki-sama escreveu:
-Certo, já estou indo. – Falou o rapaz cabisbaixo indo para o segundo andar.
KKKKK, engraçado essa parte, o rapaz cabisbaixo, sendo ameaçado pela irmã .
Ainda bem que gostou... ><
Era isso que eu esperava desas parte, risadas, pelo jeito funcionou geek
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Seg Ago 26, 2013 7:02 pm

Mas tarde capitulos para vocês(ou você) que estão(está) acompanhando geek
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Ter Ago 27, 2013 8:35 pm

Capítulo 7 - Pegamos Carona com Um Monomotor
Spoiler:
w
 
7° Capitulo


 
Pegamos Carona Com Um Monomotor
Danilo L.


 
   Acordamos com algumas frutas e pães que Victor tinha pegado para nós.
-Valeu o pequeno banquete. – Disse.
-Foi nada, vamos partir daqui a pouco. – Assentiu.
  Depois do pequeno café da manhã, arrumamos nossas coisas e seguimos para a estrada. Depois de alguns minutos caminhando, tivemos uma surpresa no caminho, um carro conhecido parou ao nosso lado.
-Não sei se vocês aceitam outra carona, mas eu estou oferecendo. – Disse Ederson sorrindo.
-Mas por que você voltou? – Questionou Mayra.
-Fiquei preocupado por deixar vocês sozinhos na beira da estrada, se puder ajudar ficarei feliz.
-Certo, nos precisamos ir até o aeroporto internacional de Viracopos. – Disse Mislayne.
-Levarei vocês até lá, agora entrem. – Falou Ederson.
  Esperava que tivéssemos uma viagem tranquila, Mayra comentou que o aeroporto era um pouco longe de onde estávamos, fiquei preocupado, estávamos a bordo em um carro de um mortal, se um monstro nos atacasse estaríamos em apuros, mas até certo ponto a viagem foi tranquila, paramos em uma daquelas lojas de entradas para tomar um café da manhã descente.
-Estava precisando disso. – Disse Victor a cada gole de café.
-Mas o que quatro jovens vão fazer no aeroporto? – Comentou Ederson.
-E... E – Gaguejei.
-Vamos viajar para a casa de um amigo que mora longe, nossos pais já permitiram a nossa viagem. – Disse Mislayne.
-Certo. – Falou meio desconfiado.
  Voltamos para o carro depois da refeição, e fizemos uma viagem tranquila e silenciosa, até chegarmos ao aeroporto.
-Aqui estão Aeroporto Internacional de Viracopos, espero que tenha ajudado vocês. – Falou Ederson sorrindo.
-Nos ajudou muito. – Agradeceu Mislayne.
-E obrigado pelo café da manhã. – Sorriu Victor.
-Espera cadê o machucado em teu braço garota? – Disse Ederson espantado.
-Er... Muito obrigado. – Disse Mayra, corremos e deixamo-lo parrado em frente do aeroporto.
  Entramos no aeroporto e procuramos algum voo que fosse para o Norte, para perto da floresta amazônica, mas nenhum voo ia para lá.
-Me lembrei. – Mislayne procurava algo na sua mochila. – Sr. Chester mandou procurar um amigo dele e entregar alguns Dracmas para ele e essa carta, que ele nos levaria para a floresta.
-E onde estaria esse amigo do senhor Chester? – Disse.
-Senhor Chester disse que ele estaria perto dos Airbus.
  Corremos para lá, atrás de três Airbus, ao lado de um monomotor estava rapaz baixo, com um macacão azul e óculos de aviação, ele estava lustrando seu monomotor branco com faixas azuis e cinzas.
-Licença, por acaso o senhor seria Paulo Siqueira?
-Sim, pois não, em que posso ajudar? – Disse sorrindo.
  Entregamos a carta com os dracmas por cima.
-Entrem no avião. – Disse serio.
  Entramos no monomotor, e do lado de fora o senhor ficou lendo a carta.
-Vocês estão prontos para voar?
 
 
Sentimos falta Dos Amigos
Davi Ismael N.


  Tivemos uma boa noite de sono, Karoline fez boas camas na sala para nos dormimos, e depois do café da manhã nos despedimos, Bruno e Fernando pegarão alguns pães e frutas que Karoline nos ofereceu, mesmo Anna não querendo aceitar, achei uma atitude nobre da parte de Karoline, e seriam muito úteis aqueles pães, mas agora teríamos que seguir em busca de Erlan.
-Por onde começamos a busca? Seria bom se a Mislayne estivesse aqui, ela e boa em estratégia, ou a Mayra, ela tem um espirito de liderança. – Falou cabisbaixo Bruno.
-Nos vamos para a área de praia, o Erlan como filho de Poseidon, e bem provável que ele esteja lá. – Disse Anna, o que me alegrou, ouvir algo relacionado à água me alegrava muito.
-Mas quem te disse isso? – Falou Fernando.
-Sr. Daymon.
  Andamos alguns minutos perguntando onde ficava a praia mais próxima até que uma senhora nos disse que a praia mais próxima era a Guaiuba, uma praia particular onde os famosos costumavam ir. Seguimos em direção ela, mas não era muito perto por sinal, foi mais ou menos 40 minutos a pé, chegamos muito cansados lá, o que eu mais quis naquele momento era o contato com a água.
 
 
Meu Primeiro Voo sem Um Aviao
Mislayne W.




  Aquele monomotor não era um dos mais seguros, mas estamos cortando um bom caminho até o Norte, mas Victor não estava muito feliz com a viagem, altura não era o forte dele.
-Um filho de Ares com medo de altura. – Debochou Danilo.
-Sou filho do Deus da Guerra e não do Deus dos Céus, vamos eu e você em um campo de batalha para ver quem ganha. – Ele segurava a corda de emergência com toda força, foi uma cena engraçada, Mayra estava ao lado do piloto, Paulo, para aprender mais um pouco sobre aviões.
-Não e tão difícil como se aparenta. – Sorriu Mayra, mas ao fundo observei que uma nuvem vinha se aproximando com rapidez, e quanto mais se aproximava, puder perceber que não era uma nuvem, e sim um espirito dos ventos.
-Cuidado! – Gritei.
  O espirito dos ventos atingiu a hélice e soltou raios por dentro do monomotor, fazendo parte dele explodir, então começamos cair, me segurei na poltrona onde estava sentada, o senhor Paulo estava desacordado, então Mayra fechou os olhos e correu até a parte que estava pegando fogo e pulou, Danilo fez o mesmo, pegou a mim e a Victor pela toca da blusa e pulou, a única coisa que fiz foi gritar e fechar os olhos, quando tomei coragem para abri – lós, estávamos voando, suspensos no ar.
-Incrível, vocês estão fazendo isso? – Disse.
-Sim... - Falou Danilo com um pouco de dificuldade.
  O espirito dos ventos estava nos procurando entre os destroços.
-Nos desça, agora. – Falei.
  Eles nos desceram até uma área arenosa, e nos escondemos atrás de algumas pedras, o espirito dos ventos nós procurou até se certificar que estávamos mortos, foi o que ele deve ter pensado, por que ele se foi.
-O que foi aquilo? – Gritou Victor.
-Aquilo e um espirito dos ventos. – Disse.
-Então por que o Danilo não “trocou uma ideia” com ele para ele não nos atacar. – Debochou Victor.
-Eu nem senti ele se aproximando. – Danilo se apoiava em uma pedra, enquanto Mayra estava deitada sobre outra pedra, aquilo foi um grande esforço carregar a todos nós, acho que eles não chegaram a treinar essa habilidade.
-Ainda bem que ele foi embora, não sei se conseguiria lutar contra ele. – Comentou Mayra.
-Vocês conseguem andar. – Disse Victor.
-Só preciso recuperar o folego. – Danilo agora se deitou na pedra.
 
 
Recebemos Ajuda do Acampamento
Anna G.


  Quando chegamos á praia, Davi correu rapidamente na água, dava mergulhos e saltos, os turistas o observavam com espanto, ele gritava e rodava, nunca tinha visto ele daquele jeito, acho que água realmente revigorava os filhos de Poseidon.
-Que cena engraçada, olhe os turistas filmando essa cena. – Debochei.
-Anna, olhe para você, está com maquiagem, seu cabelo está perfeito, até batom você está usando, e esse enfeite em seus cabelos. – Notou Fernando.
-Como assim? – Peguei um pequeno espelho que tinha na bolsa, não sei por que tinha pegado ele, acho que os meus genes de Afrodite realmente tinham me afetado, ao me olhar no espelho minha reação foi única, de espanto. – Mas o que são essas coisas? – Gritei tirando os enfeites no cabelo e limpando o batom com a minha blusa.
-Pelo jeito seu destino e permanecer simplesmente maravilhosa. – Disse Bruno em meio a risos com Fernando.
-Pare com isso. – Falei batendo nos dois. – Davi! Vamos saia da água.
  Davi veio correndo ao nosso encontro, mas ele estava seco, nem um pouco molhado, e suas roupas também, alguns turistas que estavam perto de nós olharam com espanto, corremos para um quiosque perto e pedimos alguns salgados e refrigerante para nós, enquanto estávamos sentados no quanto do quiosque, algo apareceu ao nosso lado, algo começou a surgir, era uma mensagem de Íris, era o Sr. Daymon que estava nela.
-Olá garotos e garota. – Ele estava sorrindo, o que era difícil de processar.
-Olá Sr. Daymon. – Falei revirando os olhos.
-Também e bom ver vocês, em que praia exatamente vocês estão.
-Guaiuba. – Falou Davi.
-Perfeito, agora vocês devem seguir para a montanha que estão a sua esquerda, lembro que Erlan comentou que ia seguir por lá.
-Certo, iremos para lá, agora você terá que ir senhor, por que o garçom já está vindo para a nossa mesa. – Falou Davi.
-Boa sorte. – Disse Sr. Daymon em meio a um pequeno sorriso.
 O atendente deixou nosso lanche na mesa, e agradeci aos deuses aquela refeição, por que a cada lugar que íamos estava difícil de comer, e confesso que também pedi proteção a certa deusa.
 
 
 
Ganho novos amigos
Danilo L.


  Estava exausto, minha cabeça doía um pouco, minha pernas estavam bambas, mas pude ajudar meus amigos, só precisava de um descanso, Mayra não sabia onde estávamos, e Sr. Paulo ainda estava desacordado sobre uma pedra, o sol estava forte, não havia estrada por perto, só o que eu conseguia avistar era um pequeno lago e bem ao horizonte uma floresta e montanhas, nem parecia que eu estava no Brasil, mas não sabia se estávamos ao norte ainda, a única coisa que pensei fazer foi ir até aquele riu beber um pouco d’água.
-Encha o cantil de todos se não for incomodar. – Disse Mayra.
-Certo.
  Fui até o rui, molhei um pouco a cabeça e bebi um pouco daquela água, que aparentemente estava limpa, minha cabeça não doía mais, então comecei a sentir algo estranho, senti uma força estranha pairando aquele lago, faíscas começaram a sair da água, o vento ficou mais forte, até que um brilho surgiu, fechei meus olhos para não ficar cego, quando senti que o brilho tinha se dissipado, abri os olhos, meio atordoado, esfreguei minhas mãos até que enfim vi, um homem de terno azul, cabelos longos e levemente grisalho, era alto e robusto, tinha uma barba media e olhos que pareciam o próprio céu em fúria, quando olhei atentamente para aqueles olhos pude ver, aquele e Zeus em sua forma humana, mas ainda sim ele emanava um brilho e podia sentir sua força mesmo a distancia dele, estava serio, mas quando ele olhou nos meus olhos esboçou um leve sorriso.
-Pai? – No inicio não acreditei muito, o que Zeus em pessoa poderia estar fazendo aqui.
-Filho. – Ele abriu os braços para mim.
  Corri ao seu encontro, naquele momento parece que toda a falta que ele fez todo o abandono não tiveram significado, só o que importava era ganhar seu abraço. Quando o abracei sumi entre os teus braços, ele era quente, mas ao mesmo tempo frio, era difícil de explicar, mas me senti mais forte ao teu lado.
-Mas por que veio até aqui?
-Preciso ser breve filho, se os outros deuses, principalmente seu tio Poseidon descobrir que vim até aqui eles ficariam furiosos, venho lhe trazer uma pequena ajudar. – Então de traz de uma pedra saíram dois Pégasos, cavalos com asas, ele eram lindos, dois Pégasos brancos, eles caminhavam com leveza. – Eles te levaram até o teu destino filho, mas não até o local ao qual vocês precisam ir, aquela floresta e muito densa e fechada, eles te levaram o mais longe possível. – A voz de Zeus era como um trovão, grossa, mas também parecia suave de um pai falando com um filho recém-nascido.
-Compreendo, mas pai, fale com Mayra, ela nunca teve um contato com o senhor. – Implorava para Zeus, ele já tinha me dado à espada, e agora me daria aqueles dois Pégasos, mas nunca tinha falado com Mayra.
-Em breve filho, em breve vocês estarão os dois ao meu lado, agora tenho que ir, peço que feche os olhos.
-Mas... - Não pude fazer nada se não fechar os olhos e Zeus brilhar em sua forma divina e voltar para o Monte Olimpo.
  Agora só restamos eu e os Pégasos no local, fiquei acanhado no inicio para passar a mão nos dois, mas e como se eles já me conhecem, e vieram ao meu lado, acho que eu tinha simpatia com animais alados.
  Voltei para o encontro dos meus amigos com aquela surpresa.
-De onde você os tirou? – Mislayne apontava maravilhada para aqueles animais lindos.
-Foi nosso pai. – Disse Mayra com olhar triste.
-Sinto muito mana, mas e que Zeus disse que não podia ficar muito tempo por aqui, se os outros deuses descobrissem seria um problema para ele.
-Mas por que ele nem veio falar conosco quando você estava aqui.
-Deve ser por que cada Deus tem que falar com seu filho meio que em particular.
-Ok. – Mas ainda sim Mayra estava triste.
-Gostei desse presente de Zeus, mas alguém sabe pilotar um cavalo com asas? – Disse Victor.
-Acho que os mais aptos a fazer isso são Danilo e Mayra, já que eles são animais alados, e o céu e um lugar para os filhos de Zeus. – Falou Mislayne, e um dos cavalos foi até Mayra pedindo um pouco de carinho a ela. – E eu acho que ele ou ela gostou de ti.
  Rimos então decidimos montar nos cavalos, senhor Paulo foi montado entre mim e Mislayne, então subimos aos céus, o cavalo tomou velocidade em alguns galopes, então abriu suas asas e começou o voou, foi incrível, o vento em nossos rostos, Victor apertava a cintura de Mayra e estava com a cabeça colada em suas costas, àquilo era uma cena fofa, mais ainda mais engraçada, seguimos o rumo de um rio, que nos levou até uma casa de verão, que era grande aproposito, tinha um iate e uma escada que levava até a casa, deixamos Paulo na porta dos fundos, esperávamos que tivesse alguém lá, se não estaríamos encrencados, então seguimos nossa missão, subimos até as nuvens para não sermos vistos por algum mortal com celular ou algo do tipo, se bem que a nevoa ia cuidar disso, mas não custa tomar cuidado.
  Mislayne abraçava a minha cintura, e colocou sua cabeça sobre minhas costas, igualmente Victor fazia, mas com certeza ela não tinha o medo que Victor sentia, meu coração acelerou, minha respiração falhava, eu fiquei confuso, estava começando a sentir algo por Mislayne? Perguntei-me, tentei tirar aquilo da cabeça e me distrair com a paisagem, que era espetacular, digna de uma foto ou uma pintura, o sol cobria as nuvens, ele aquecia meu rosto.
-Poderíamos tirar uma foto. – Gritou Mayra no outro Pégaso.
-Poderíamos sem alguém não tivesse atacado meu celular em uma avenida movimentada. – Gritou Victor.
  Rimos, então olhei para Mayra com um olhar desafiador, ela entendeu o que eu estava propondo, corrida de Pégaso, então cortamos o céu com curvas e rodopios, Victor grudava ainda mais em Mayra, e Mislayne gritava, mas de alegria, foi à primeira brincadeira em semanas, o que me deixava realmente feliz, e esquecer um pouco a missão.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fim do Capitulo
 
Autor da História: Danilo Silva.
Editora da Ortografia: Mayra Bellini.
Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Sex Set 20, 2013 11:12 am

Capitulo 8° Davi Cai na Escuridão
Spoiler:


8° Capitulo
 
 
Davi Cai na escuridao
Anna G.


 
  Seguimos para montanha da esquerda, a qual Sr. Daymon havia nos indicado, ele era umas das maiores montanhas que eu havia visto por onde tínhamos passado até lá, e a mais estranha também, ela tinha alguns penhascos, e tinha uma floresta bastante fechada, agora tinha entendido um pouco o porquê de Erlan não ter voltado, ela poderia ter se perdido, ou algo do tipo.
-Vamos ter que nos separar por duplas, para cobrir mais a área e termos mais tempo. – Falou Davi.
-Mas e como vamos nos reencontrar depois? – Disse.
-Eu tenho alguns sinalizadores marítimos em minha bolsa, aqueles que sobem uma luz vermelha no céu, na verdade uns dez sinalizadores, podemos usar eles para nós encontrar novamente. – Bruno nós entregou cinco sinalizadores.
-Ficaremos atentos a qualquer luz vermelha no céu. – Falou Fernando.
-Correto.
  Seguimos para dentro da montanha, Davi veio comigo, e Bruno ficou com Fernando, Subimos algumas pedras, Davi me salvou de algumas emboscadas e locais perigosos.
-Não gosto de mato, não gosto nem de acampar. – Reclamei.
-Também não sou muito fã disso tudo.
  Davi caminhava a minha frente quanto caiu em um buraco que estava camuflado por folhas e galhos, se ele não tivesse caído quem teria caído seria eu.
-Você está bem?
-Sim... Ai. – A perna de Davi estava sangrando, alguns galhos ou raízes tinham cortado gravemente.
-Vou procurar algo para te içar dai.
-Não sairei daqui, se bem que e algo impossível eu sair. – Riu Davi, mesmo com a perna sangrando.
-Bobo. – Falei rindo.
  Corri entre as arvores procurando um cipó ou algo do gênero, quando dei de cara com algo indesejado.
 
 
Meu Pegaso chama se Sunshine
Danilo L.
  Estávamos sobre os céus, quando o Pégaso que eu controlava me demonstrava incomodado com algo.
-Você está bem garoto? – Me aproximava ao lado do rosto do Pégaso, quando terminei a frase ele relinchou, então entendi que não era “um garoto”, e sim “uma garota”. – Certo garota, você está bem? – Eu olhava bem nos olhos dela, entendi enfim que ela estava com cede, e o Pégaso de Mayra também demostrava isso, decidimos descer até um rio.
-Hora de descer. – Mislayne estava dormindo abraçada em mim, não sei de onde ela tirou essa coragem de dormir a seis mil metros de alturas, enquanto Victor rapidamente se sentou no chão, nunca vi uma pessoa tão feliz por estar no solo novamente.
-Descanse, você foi muito bem garoto. – Mayra acariciava a crina do Pégaso.
-O seu e macho. – Disse.
-Sim. – Sorriu Mayra.
-O meu Pégaso e garota.
-Que legal.
-Sunshine. – Disse Mislayne.
-O que? – Eu e Mayra falamos.
-Sunshine, Luz do Sol em inglês, e um bonito nome para um Pégaso fêmea, sabem, e só uma sugestão. – Disse rindo Mislayne.
-Sunshine. - Olhei para o Pégaso, e o modo que ela olhava graciosamente para mim, parecia mesmo com um raio de sol. - Eu gostei desse nome.
-Mas e o meu, que nome posso dar? - Mayra colocava o rosto ao lado da cara do cavalo.
-Nico. - Disse Victor.
-Nico?
-Sim, Nico eu acho esse nome legal.
-Certo Nico. - Mayra acariciava o Pégaso, que deve ter gostado do nome, ele movimentava as patas freneticamente.
-Agora podemos voltar Sunshine? - Disse.
Ela abriu as asas e se abaixou levemente indicando para que nós subíssemos nas suas costas. Voltamos para o ar, mas ao olhar para trás, avistei um grupo de Fúrias (que pode ser chamadas de Benevolentes) estavam atrás de nós.
-Fúrias. - Gritei.



Tenho companhia de esqueletos
Davi Ismael N.
 
  Minha perna estava sangrando bastante, então rasguei um pouco da minha calça e tentei estancar a ferida, esperava que funcionasse, estava em um buraco grande, e escuro, tentei me locomover, até a parte mais clara e encostei-me à parede.
-Será que a Anna vai demorar. – Disse para mim mesmo. – AAAAAAH! – Tomei um susto muito grande.
  Eu tinha olhado para o lado, e me deparei com um esqueleto com uma armadura, um elmo e uma espada, o esqueleto estava todo amarrado com correntes, quando olhei mais atento para o elmo, era o elmo do Acampamento Olimpiano.
-Será que e o Erlan? Anna! Anna!  - Gritei, até ouvir barulhos de espadas se batendo, Anna devia estar travando uma batalha com inimigos, tentei me levantar, minha perna doía, mas não conseguia alcança o topo do buraco, tentei escalar, mas as paredes do buraco eram de barro, me senti um inútil por ter caído naquele buraco, então tentei pensar em água, eu poderia me erguer até o topo, mas isso iria exigir muito de mim, mas naquele momento nada importava, tinha que ajudar a Anna.
  Tentei fazer força com a minha mente, pensando em água, tentando sentir se tinha alguma água próxima, mas não sentia nada, só algumas gotas d’água que tinha em algumas arvores, sentia um pouco da força do mar, mas não conseguiria trazer água do mar até aqui.
-Droga. – Então ouvi um grito feminino, na hora entrei em choque, será que Anna tinha sido, ou na pior das hipóteses, ela poderia ter sido morta.         



 
Tenho uma experiencia nos ares
Mislayne W.
 
  As fúrias eram bastante velozes, ela tinha corpo de mulher com asas de morcegos e cabelo de serpente, emitiam um som estrondoso para nossos ouvidos, mas Mayra e Danilo tinha bastante habilidade com os Pégasos, às fúrias davam um voo rasante, enquanto Mayra e Danilo desviam e rodopiavam para fugir das fúrias, então Mayra fez uma manobra passando para trás das Fúrias, era um grupo de dez fúrias, então Victor ficava com as lâminas apontadas para fora, e passou rasgando quatro fúrias, que sumiram no ar, enquanto eu ficava de costas para Danilo e cortava duas fúrias com minha adaga, as duas se desintegraram no ar.
-Essa foi boa. – Gritou Danilo.
  Sorri para ele, quando fui olhar novamente para as fúrias uma delas cortou meu rosto, perto da boca, com a dor me desiquilibrei, e me soltei do Pégaso e comecei a despencar.
-Mys!  - Gritou Danilo, então desceu em minha direção, mas duas fúrias vieram atrás dele para atrapalha – lo, uma delas fincou a unha ao lado do Pégaso, ela relinchou, mas manteve a concentração e continuou a descer, eu gritava e tentava alcançar Danilo, Mayra veio logo atrás para matar as fúrias, então Danilo pegou sua chave, transformou em espada e parou no ar e matou as fúrias, enquanto Sunshine veio para perto de mim, consegui pegar no seu pescoço, então ela abriu as asas e planou no ar, Danilo estava furioso, matou as quatro que sobrou em pleno ar, então ele começou a perder as forças, seu corpo ficou penso no ar, então ele também começou a cair, mas Mayra pegou ele.
 -Danilo, você está bem? – Perguntou Victor.
-Me dê... – Sussurrou Danilo.
-Dar o quê? – Falou Mayra.
-Me dê... Algo para comer que estará tudo bem. – Disse Danilo sorrindo.
-Seu besta, me assustou. – Mayra estava com Danilo nós braços, então começou a descer, mas então nós deparamos com um rio enorme abaixo de nós, pela cara do rio já estávamos na Amazônia.
-Chegamos rápido. – Falou Victor.
-O Sol está se pondo, precisamos descer e fazer algum acampamento, Nico, desça, nós leve até a margem do rio.
  Nico desceu até a margem, Sunshine o seguiu.
  Descemos Danilo do Pégaso, fui ao encontro dele e o abracei.
-Não faça mais isso. – Soquei seu braço.
-Calma, fiz aquilo só para te ajudar. – Ele ria como se não tivesse acontecido nada, então ele acariciou o corte que a fúria tinha me feito, ainda estava doendo um pouco. – Ela te cortou feio. – Ele chegou com o rosto perto do meu, estava começando a ficar nervosa, então ele me abraçou. – Desculpa, nunca mais farei isso contigo.
  Mayra pegou um pouco de ambrosia para mim, dei duas pequenas mordidas então uma magica aconteceu, me senti revigorada, como se minhas forças estivessem voltado, o meu machucado no rosto havia sumido.
-Isso e ótimo, Dan, coma um pouco, você vai melhorar.
-Não precisa, estou bem, só preciso descansar.
  Então Mayra e Danilo se despediram de seus Pégasos, faziam carinho e falavam com eles, então Nico e Sunshine voaram em direção ao sol que estava se pondo.
-Vamos, temos que nos alojar em algum lugar. – Falou Mayra.



Sou salva
Anna G.
 
  Estava cercada por dois guerreiros de armaduras negras, e havia uma guerreira caída que havia esfaqueado na barriga, ela estava sangrando, mas os dois não se importavam, eu estava com cortes no braço e no rosto, estava cansada, meus braços doíam, os dois garotos eram grandes, e estavam com sorrisos no rosto.
-Quem são vocês? – Falei.
-Somos semideuses como você, só que estamos no lado certo, estamos no lado vencedor, no lado que destruirá o Olimpo, e que irá trucidar seu pequeno acampamento. – Disse um dos garotos.
-Mas por que, para que vocês querem destruir o Olimpo?
-Por que nosso Senhor está cansado de ver o Olimpo e seus Deuses comandarem tudo, ele quer criar uma nova era, a era dos semideuses. – Disse o outro
-E quem e o seu senhor?
-Você está fazendo perguntas demais garota, nossa missão era simplesmente capturar os semideuses que viriam para essa floresta.
-Mas como vocês sabiam que nós veríamos para cá?
  Os dois garotos vieram para me atacar, eu abaixei e me rastejei para dentro de uma raiz de arvore.
-Apareça agora!  - Gritou um garoto.
  Estava tentando pensar em alguma estratégia, em alguma coisa que eu poderia fazer para tentar vencer os dois, mais nada vinha a minha mente, só medo, então uma voz começou a falar na minha mente, uma voz feminina, muita suave e doce, dizia para eu usar o Charme contra os garotos, então a voz sumiu, não entendi muito, mas aquela era a minha única chance, não sei se funcionaria contra dois garotos, mas era a única alternativa, sai das raízes e gritei para os dois garotos, eles se viraram e começar a correr em minha direção.
-Esperem. – Eles pararam imediatamente, então comecei a falar o mais suave que eu conseguia, me aproximava dos dois passo a passo fazendo elogios e carinhos nos dois, eles me olhavam com cara de bobo, então cheguei ao maior e perfurei por trás, no pulmão, o garoto caiu no chão gritando de dor, isso fez com que o outro garoto saísse do transe e voltasse à atenção para o amigo.
-Diogo! – Gritou para ele, o garoto ferido cuspia sangue. – Você vai ver garota maldita.
  Corri do garoto, desviava de galhos, pulava de raízes, mas tropecei em uma, então fiquei sem minha adaga, quando fui pega – lá, o garoto pisou em minha mão, soltei um grito, morreria para um garoto em uma montanha, quando ele ia me perfurar, Davi apareceu e cortou a mão do garoto e em seguida perfurou sua barriga, o garoto caiu no chão e gritava de dor.
-Te achei. – Davi estava ofegante e a perna dele sangrava.
-E bom te ver. – Sorri.
-Agora vamos sair daqui antes que mais desses apareçam.
-Certo. – Peguei minha adaga e corremos, mas voltamos por onde a garota que tinha lutado estava, ela ainda estava viva e estava sangrando.
-Temos que fazer algo. – Disse Davi.
-Mas ela queria me acertar.
-Mas não podemos deixa – lá aqui, ela ainda está viva.
-Eu não preciso da ajuda de vocês. – Disse a garota.
-Viu, agora vamos.
-Não, não posso deixa – lá aqui, qual seu nome?
-Barbara Gomes.
-Venha, vou tentar te fazer um curativo.
-Não quero a tua ajud- Já estava cansada da garota falar que não queria ajuda, então peguei a ambrosia que tinha pegado e coloquei um pouco a força na boca dela, e também entreguei a Davi, infelizmente não sobrou para mim, tinha pegado pouca ambrosia.
-Por que fez isso, vai ficar sem ambrosia para você se curar. – Falou Barbara se levantando.
-Ficarei bem, mas ficarei bem mais feliz se você não me matar nem nada.
-Não lhe farei mal, você salvou a mim, sou grata.
-Agora você virá conosco. – Disse Davi.
-Mas para quê? – Exclamou Barbara
-Caso você informe a nossa localização para o seu chefe, mestre, enfim, quero ter certeza que você não escapará nem nada do tipo. – Davi estava serio, e falava olhando dentro dos olhos dela.
-Se você quer assim, farei como quiser, irei com vocês, mas para onde estão indo?
-Estamos à procura de um semideus chamado Erlan que venho em uma missão. – Disse.
-Eu sei onde ele está te levarei até ele.
-Serio? Muito obrigado. – Falou Davi
-Mas não iremos agora, temos que acampar, já está de noite. – Comentei
-Mas não podemos perder tempo. – O tom de voz de Barbara tinha se elevado, como se fosse preciso nós ir imediatamente para o local ao qual ela nos levaria.
-Não, como disse Anna agora vamos acampar, precisamos descansar um pouco e interroga – lá um pouco.
-Como quiserem.
  Fomos à busca de um local bom para acampar, mas eu não confiava nessa garota, ficaria de olho nela.




 
Fim do Capitulo
 
Autor da História: Danilo Silva.

Editora da Ortografia: Mayra Bellini.

Redator: Erlan Carvalho

Capa: Davi Ismael Amorim




Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
 
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

Mensagem por Rideki-sama em Sex Set 20, 2013 11:13 am

Desculpa a demora Semideuses, coisas da vida (particulares) e estou meio desmotivado para escrever  
Mas vou voltar a ativa *O*
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Re: Semideuses Brasileiros - A Busca Pelo Irmão - Livro Um

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